E, de certa forma, em jeito de continuação do post anterior, muito se comenta por aí se os Muse não terão vendido a alma ao aceitar participar nesta saga que andava a deixar meio mundo tonto. Até o próprio baixista falou desse assunto. O mundo Twilight é visto como algo demasiado comercial e que dificilmente se encaixa no mundo alternativo e muito próprio da banda.
Primeiro foi a Supermassive Black Hole (que tem uma batida incrível) a ser incluída no primeiro filme, na cena do jogo de basebol. Adequa-se àquele contexto até, penso eu. Fica engraçado naquela cena.
Depois foi a I Belong To You, uma balada do último The Resistance, a ser colocada como música de fundo, ainda que só uns segundos, naquele sofrimento pegado da rapariga no segundo filme.
E por fim, aquela que terá talvez gerado mais polémica por ter sido escrita propositadamente para o filme. Neutron Star Collision é uma música muito bonita que o Matt e os amiguinhos fizeram para o terceiro filme, Eclipse, sendo até a música oficial do mesmo.
Ora, a muita gente, isto faz-lhes uma certa confusão, o que eu não compreendo. A colaboração com o filme é algo que lhes deu mais visibilidade é certo. Mas também, visibilidade é coisa que já não lhes faltava. Estamos a falar de uma banda que é comparada aos U2. Uma banda de alternativo que já tem uma bagagem sólida de cinco álbuns de estúdio (sendo que o último é o mais fraquinho e que não puxou tanto por mim como, por exemplo, o Origin of Symmetry que é a masterpiece do Matt).
Sim, eles ultimamente podem não ser os mesmos Muse de há cerca de oito anos atrás, mas isso com certeza que não terá nada a ver com esta colaboração. Tem a ver com a evolução própria da banda e do mundo da música. Actualmente, só interessa quem vende e eles terão a perfeita noção disso, embora não precisem. Se há gente que vai andar a dizer que gosta de Muse por aparecerem na banda sonora do Twilight? Há, pois com certeza que sim. Mas e depois?
Faz-me espécie este tipo de coisas porque quem gosta, ouve. Quem não gosta, não ouve, pronto.
(Eu gosto muitíssimo de Muse. Adoro os cd's mais antigos, já fui a dois concertos e ia a outro sem pestanejar se voltassem a uma sala de espectáculos cá proximamente. Não gostei especialmente do último álbum, mas e depois? Isso não apaga os anteriores e o poder e entertainment que têm em palco. Simples.)
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Sunday, August 1
Monday, November 30
Matt, Chris & Dominic, thank you very, very much!
Nunca tinha visto Muse na plateia. Só os tinha visto uma vez, a 26 de Outubro de 2006 no Campo Pequeno, e dessa vez tinha ficado no balcão.
Nunca tinha ido sozinha a um concerto. A minha companhia da última e única vez que os tinha visto, neste momento mora em Londres e por circunstâncias da vida (foi profunda esta agora...) a amizade foi pelo cano.
Nunca tinha estado na fila para entrar em nenhum concerto. E quando digo na fila não é chegar e entrar logo, não. É ir para a porta assim tipo quatro horas antes do espectáculo começar.
Nunca tinha saltado num concerto. Não sou daquelas pessoas que estão estáticas mas também não sou pessoa de grandes euforias. Para me levarem ao ponto de saltar, é preciso muito, muito mesmo.
Ontem quebrei todas estas barreiras. Mandei à merda o facto de ir sozinha, comprei bilhete para a plateia em Junho assim que anunciaram o concerto, e fui para a porta do Pavilhão Atlântico às 15h quando aquilo só começava às 21h (abriam as portas às 18h30). 'Alapei-me' lá e não houve frio, nem chuva nem tempo de espera que me demovesse. Sou maluca, eu sei, a minha mãe já fez questão de me dizer isso, mas you know what? I don't give a damn... Porque depois a noite compensou tudo isso. E a noite começou assim.
Quase que bastou este início para eu esquecer tudo. Para além de uma banda, os Muse são também um grupo de entertainers e isso viu-se melhor que nunca ontem à noite. O espectáculo de luz que variou sempre de música para música, o palco elevatório que permitiu que visse algumas das minhas músicas preferidas ainda melhor já que tinha um homem com para cima de 1,90m mesmo à minha frente, pura e simplesmente deixaram-me rendida. E a setlist... Meu Deus, que brutalidade! Quando me chegam à terceira música e tocam esta, pensei cá para mim Que se f***! e comecei a saltar.
Devo dizer que de tanto salto e de tanta Hysteria (ahahah, adoro fazer trocadilhos parvos, eu sei!), mandei um jeito na perna que depois vir para casa a andar foi um caso bonito.
De tanta cantoria a plenos pulmões, hoje de manhãzinha ao acordar, falar era mentira (e a consultazinha no dentista que eu tive logo de manhã, hein? Bem bom... "Então, estou a magoá-la?"... "Nããããoooo".... "Desculpe, não oiço...")
De tanta mensagem trocada durante o concerto, quer com alguns amigos que também tinham ido, quer com o idiota do Nuno que não foi mas que ouviu a New Born e a Stockholm Syndrome e a Knights of Cydonia via telemóvel, até me senti super-acompanhada.
De tanto talento que o Matt, o Chris e o Dominic (uns queridos, cá beijinho!) demonstraram ontem, que parece que me deram uma injecção de felicidade e mais algo que eu não sei bem explicar porque para o perceberem tinham de sentir o mesmo que eu senti, que é díficil, impossível até (e não é presunção, é a realidade mesmo) estou aqui que nem me aguento. E eles disseram See you next year! no final. Espero bem que sim! :)
Cada vez que me ponho a pensar que tive para não ir, só me dá vontade de dar dois pares de estalos a mim própria... Meu Deus!
Nunca tinha ido sozinha a um concerto. A minha companhia da última e única vez que os tinha visto, neste momento mora em Londres e por circunstâncias da vida (foi profunda esta agora...) a amizade foi pelo cano.
Nunca tinha estado na fila para entrar em nenhum concerto. E quando digo na fila não é chegar e entrar logo, não. É ir para a porta assim tipo quatro horas antes do espectáculo começar.
Nunca tinha saltado num concerto. Não sou daquelas pessoas que estão estáticas mas também não sou pessoa de grandes euforias. Para me levarem ao ponto de saltar, é preciso muito, muito mesmo.
Ontem quebrei todas estas barreiras. Mandei à merda o facto de ir sozinha, comprei bilhete para a plateia em Junho assim que anunciaram o concerto, e fui para a porta do Pavilhão Atlântico às 15h quando aquilo só começava às 21h (abriam as portas às 18h30). 'Alapei-me' lá e não houve frio, nem chuva nem tempo de espera que me demovesse. Sou maluca, eu sei, a minha mãe já fez questão de me dizer isso, mas you know what? I don't give a damn... Porque depois a noite compensou tudo isso. E a noite começou assim.
Quase que bastou este início para eu esquecer tudo. Para além de uma banda, os Muse são também um grupo de entertainers e isso viu-se melhor que nunca ontem à noite. O espectáculo de luz que variou sempre de música para música, o palco elevatório que permitiu que visse algumas das minhas músicas preferidas ainda melhor já que tinha um homem com para cima de 1,90m mesmo à minha frente, pura e simplesmente deixaram-me rendida. E a setlist... Meu Deus, que brutalidade! Quando me chegam à terceira música e tocam esta, pensei cá para mim Que se f***! e comecei a saltar.
Devo dizer que de tanto salto e de tanta Hysteria (ahahah, adoro fazer trocadilhos parvos, eu sei!), mandei um jeito na perna que depois vir para casa a andar foi um caso bonito.
De tanta cantoria a plenos pulmões, hoje de manhãzinha ao acordar, falar era mentira (e a consultazinha no dentista que eu tive logo de manhã, hein? Bem bom... "Então, estou a magoá-la?"... "Nããããoooo".... "Desculpe, não oiço...")
De tanta mensagem trocada durante o concerto, quer com alguns amigos que também tinham ido, quer com o idiota do Nuno que não foi mas que ouviu a New Born e a Stockholm Syndrome e a Knights of Cydonia via telemóvel, até me senti super-acompanhada.
De tanto talento que o Matt, o Chris e o Dominic (uns queridos, cá beijinho!) demonstraram ontem, que parece que me deram uma injecção de felicidade e mais algo que eu não sei bem explicar porque para o perceberem tinham de sentir o mesmo que eu senti, que é díficil, impossível até (e não é presunção, é a realidade mesmo) estou aqui que nem me aguento. E eles disseram See you next year! no final. Espero bem que sim! :)
Cada vez que me ponho a pensar que tive para não ir, só me dá vontade de dar dois pares de estalos a mim própria... Meu Deus!
Sunday, November 22
Thursday, July 30
It's ON!
Saturday, July 25
E a Alexandra vai aos Muse, tu-ru-ru...
Não sei se foi da voz do Matt ou se foi do baixo do Chris. Se foi do piano ao longo da música toda ou só daquele interlúdio instrumental G-E-N-I-A-L a seguir ao And must we do as we're told?. Ou da semelhança com os Queen e, a certo ponto, com a Bohemian Rapsody. Ou se será daquele toque um pouco épico do final, naqueles Eurasia!.
Muito sinceramente, não sei.
Só sei que ouvi agorinha mesmo United States of Eurasia, a primeira música disponibilizada pelos Muse do seu novo CD, The Resistance, a ser lançado a 14 de Setembro, e fui a correr para o telefone.
Liguei para a Ticketline e no dia 29 de Novembro vou estar na plateia. AHA! Toma lá! :)
E lá está, mais uma vez, o senhor perguntou "Disse quantos bilhetes mesmo?". Um, meu querido, só um bilhete. UM!... Irra! Eu gostava de perceber o que é que as pessoas que trabalham nas bilheteiras têm contra o número um. A sério.
Muito sinceramente, não sei.
Só sei que ouvi agorinha mesmo United States of Eurasia, a primeira música disponibilizada pelos Muse do seu novo CD, The Resistance, a ser lançado a 14 de Setembro, e fui a correr para o telefone.
Liguei para a Ticketline e no dia 29 de Novembro vou estar na plateia. AHA! Toma lá! :)
E lá está, mais uma vez, o senhor perguntou "Disse quantos bilhetes mesmo?". Um, meu querido, só um bilhete. UM!... Irra! Eu gostava de perceber o que é que as pessoas que trabalham nas bilheteiras têm contra o número um. A sério.
Thursday, June 4
Invincible
Follow through
Make your dreams come true
Don't give up the fight
You will be all right
Cause there's no one like you
In the universe
Don't be afraid
What your mind conceals
You should make a stand
Stand up for what you believe
And tonight we can truly say
Together we're invincible
And during the struggle
They will pull us down
But please, please let's use this chance to
Turn things around
And tonight we can truly say
Together we're invincible
Do it on your own
Makes no difference to me
What you leave behind
What you choose to be
and whatever they say
Your soul's unbreakable
And during the struggle
They will pull us down
But please, please let's use this chance to
Turn things around
And tonight we can truly say
Together we're invincible
Together we're invincible
Muse - 'Invincible' - Black Holes and Revelations - 2006
(É das minhas preferidas de sempre, levanta-me a auto-estima e o que o Matthew Bellamy faz com a guitarra deixa-me rendida. E é LINDA!)
Make your dreams come true
Don't give up the fight
You will be all right
Cause there's no one like you
In the universe
Don't be afraid
What your mind conceals
You should make a stand
Stand up for what you believe
And tonight we can truly say
Together we're invincible
And during the struggle
They will pull us down
But please, please let's use this chance to
Turn things around
And tonight we can truly say
Together we're invincible
Do it on your own
Makes no difference to me
What you leave behind
What you choose to be
and whatever they say
Your soul's unbreakable
And during the struggle
They will pull us down
But please, please let's use this chance to
Turn things around
And tonight we can truly say
Together we're invincible
Together we're invincible
Muse - 'Invincible' - Black Holes and Revelations - 2006
(É das minhas preferidas de sempre, levanta-me a auto-estima e o que o Matthew Bellamy faz com a guitarra deixa-me rendida. E é LINDA!)
Monday, June 1
(In Complete) Hysteria
29 de Novembro @ Pavilhão Atlântico.
Tinhas pedido não tinhas, Alexandra? Então agora embrulha! Ahahah! :)
Tinhas pedido não tinhas, Alexandra? Então agora embrulha! Ahahah! :)
Tuesday, February 10
New Born
Link it to the world
Link it to yourself
Stretch it like it's a birth squeeze
The love for what you hide
The bitterness inside
Is growing like the new born
When you've seen, seen
Too much, too young, young
Soulless is everywhere
Hopeless time to roam
The distance to your home
Fades away to nowhere
How much are you worth
You can't come down to earth
You’re swelling up, you're unstoppable
'cause you've seen, seen
Too much, too young, young
Soulless is everywhere
Destroy the spineless
Show me it's real
Wasting our last chance
To come away
Just break the silence
'cause I’m drifting away
Away from you
Link it to the world
Link it to yourself
Stretch it like it's a birth squeeze
And the love for what you hide
And the bitterness inside
Is growing like the new born
When you've seen, seen
Too much, too young, young
Soulless is everywhere
Destroy the spineless
Show me it's real
Wasting their last chance
To come away
Just break the silence
‘cause I'm drifting away
Away from you
Muse - 'New Born' - Origin of Symmetry - 2001
(Adorava saber tocar o príncipio desta música. Adorava mesmo...)
Link it to yourself
Stretch it like it's a birth squeeze
The love for what you hide
The bitterness inside
Is growing like the new born
When you've seen, seen
Too much, too young, young
Soulless is everywhere
Hopeless time to roam
The distance to your home
Fades away to nowhere
How much are you worth
You can't come down to earth
You’re swelling up, you're unstoppable
'cause you've seen, seen
Too much, too young, young
Soulless is everywhere
Destroy the spineless
Show me it's real
Wasting our last chance
To come away
Just break the silence
'cause I’m drifting away
Away from you
Link it to the world
Link it to yourself
Stretch it like it's a birth squeeze
And the love for what you hide
And the bitterness inside
Is growing like the new born
When you've seen, seen
Too much, too young, young
Soulless is everywhere
Destroy the spineless
Show me it's real
Wasting their last chance
To come away
Just break the silence
‘cause I'm drifting away
Away from you
Muse - 'New Born' - Origin of Symmetry - 2001
(Adorava saber tocar o príncipio desta música. Adorava mesmo...)
Friday, February 6
I'm Feeling Good :)
Já não punha os pés num concerto desde Julho e ontem fui matar saudades e pronto, está tudo estragado! Depois da brutalidade que foi o concerto de Mogwai ontem à noite na Aula Magna, hoje tenho estado a ver H.A.A.R.P., o DVD de um concerto em Wembley lançado pelos Muse no ano passado.
Com o bichinho dos concertos ainda bem presente em mim depois de ontem, estou a ver o Matthew Bellamy a tocar a guitarra daquela maneira única na Invincible (como é que o gajo consegue fazer aquilo, é impressionante!) e estou a lembrar-me de como me arrepiei quando a ouvi pela primeira vez, no Campo Pequeno. Lembro-me ainda do senhor que estava à minha frente a arrancar a gravata na Super Massive Blackhole. Do primeiro refrão da Time Is Running Out, cantado apenas pelo público. E da minha Hysteria (ahahah, trocadilho estúpido) testemunhada pela Inês quando o Bellamy (um querido, dá cá um beijinho) disse que a música seguinte se chamava Starlight. :)
Ando uma verdadeira Museaholic esta semana. Ele é em casa, ele é no MP3 a caminho do trabalho... Dou uma olhadela à lista de concertos e eventos importantes do meu mundo musical a ocorrer em 2009 e vejo lá Dave Matthews Band (o regresso após aquela mítica estreia no Atlântico em 2007), Metallica (nunca vi ao vivo, será desta?) e The Killers (os tão aguardados The Killers, há meses que sonho com isto) e penso que é este ano que vou à falência. Devia ter um amigo que arranjasse bilhetes mas isto de connections nunca foi o meu forte.
Apesar de andar a fazer contas à vida (neste caso, aos concertos), dou por mim a pensar "Quero os Muse em Portugal!". Perdi-os o ano passado no Rock in Rio (vergonha, vergonha, vergonha!) e nem na televisão consegui ver uma amostra pequenina que fosse do concerto. Nada, rien, nicles, zip. Andei esse fim-de-semana inteiro de trombas por causa disso.
Quero os Muse em Portugal! Quero um concerto a abrir com a Knights of Cydonia e a fechar com a Take a Bow, só para variar e ser ao contrário do do Campo Pequeno. Sejam amiguinhos e marquem lá uma data assim porreirinha, sim? Eu até abdico dos outros concertos todos... quer dizer, os Killers seria um caso a discutir ainda mas pronto... eu até abdico da maior parte dos outros concertos só para ver Muse. Vá lá...
Com o bichinho dos concertos ainda bem presente em mim depois de ontem, estou a ver o Matthew Bellamy a tocar a guitarra daquela maneira única na Invincible (como é que o gajo consegue fazer aquilo, é impressionante!) e estou a lembrar-me de como me arrepiei quando a ouvi pela primeira vez, no Campo Pequeno. Lembro-me ainda do senhor que estava à minha frente a arrancar a gravata na Super Massive Blackhole. Do primeiro refrão da Time Is Running Out, cantado apenas pelo público. E da minha Hysteria (ahahah, trocadilho estúpido) testemunhada pela Inês quando o Bellamy (um querido, dá cá um beijinho) disse que a música seguinte se chamava Starlight. :)
Ando uma verdadeira Museaholic esta semana. Ele é em casa, ele é no MP3 a caminho do trabalho... Dou uma olhadela à lista de concertos e eventos importantes do meu mundo musical a ocorrer em 2009 e vejo lá Dave Matthews Band (o regresso após aquela mítica estreia no Atlântico em 2007), Metallica (nunca vi ao vivo, será desta?) e The Killers (os tão aguardados The Killers, há meses que sonho com isto) e penso que é este ano que vou à falência. Devia ter um amigo que arranjasse bilhetes mas isto de connections nunca foi o meu forte.
Apesar de andar a fazer contas à vida (neste caso, aos concertos), dou por mim a pensar "Quero os Muse em Portugal!". Perdi-os o ano passado no Rock in Rio (vergonha, vergonha, vergonha!) e nem na televisão consegui ver uma amostra pequenina que fosse do concerto. Nada, rien, nicles, zip. Andei esse fim-de-semana inteiro de trombas por causa disso.
Quero os Muse em Portugal! Quero um concerto a abrir com a Knights of Cydonia e a fechar com a Take a Bow, só para variar e ser ao contrário do do Campo Pequeno. Sejam amiguinhos e marquem lá uma data assim porreirinha, sim? Eu até abdico dos outros concertos todos... quer dizer, os Killers seria um caso a discutir ainda mas pronto... eu até abdico da maior parte dos outros concertos só para ver Muse. Vá lá...
Tuesday, October 21
Fits my mood
It's bugging me, grating me
And twisting me around
Yeah, I'm endlessly caving in
And turning inside out
'Cause I want it now
I want it now
Give me your heart and your soul
And I'm breaking out
I'm breaking out
Last chance to lose control
Yeah it's holding me, morphing me
And forcing me to strive
To be endlessly cold within
And dreaming I'm alive
'Cause I want it now
I want it now
Give me your heart and your soul
I'm not breaking down
I'm breaking out
Last chance to lose control
And I want you now
I want you now
I feel my heart implode
And I'm breaking out
Escaping now
Feeling my faith erode
Muse (who else?) - 'Hysteria' - Absolution - 2003
And twisting me around
Yeah, I'm endlessly caving in
And turning inside out
'Cause I want it now
I want it now
Give me your heart and your soul
And I'm breaking out
I'm breaking out
Last chance to lose control
Yeah it's holding me, morphing me
And forcing me to strive
To be endlessly cold within
And dreaming I'm alive
'Cause I want it now
I want it now
Give me your heart and your soul
I'm not breaking down
I'm breaking out
Last chance to lose control
And I want you now
I want you now
I feel my heart implode
And I'm breaking out
Escaping now
Feeling my faith erode
Muse (who else?) - 'Hysteria' - Absolution - 2003
Thursday, August 21
Starlight (Top Favorite)
Far away
This ship has taken me far away
Far away from the memories
Of the people who care if I live or die
Starlight
I will be chasing a starlight
Until the end of my life
I don't know if it's worth it anymore
Hold you in my arms
I just wanted to hold you in my arms
My life
You electrify my life
Let's conspire to re-ignite
All the souls that would die just to feel alive
I'll never let you go
If you promise not to fade away
Never fade away
Our hopes and expectations
Black holes and revelations (x2)
Hold you in my arms
I just wanted to hold you in my arms
Far away
This ship has taken me far away
Far away from the memories
Of the people who care if I live or die
I'll never let you go
If you promise not to fade away
Never fade away
Our hopes and expectations
Black holes and revelations (x2)
Hold you in my arms
I just wanted to hold you in my arms
I just wanted to hold"
Muse - 'Starlight' - Black Holes and Revelations - 2006
This ship has taken me far away
Far away from the memories
Of the people who care if I live or die
Starlight
I will be chasing a starlight
Until the end of my life
I don't know if it's worth it anymore
Hold you in my arms
I just wanted to hold you in my arms
My life
You electrify my life
Let's conspire to re-ignite
All the souls that would die just to feel alive
I'll never let you go
If you promise not to fade away
Never fade away
Our hopes and expectations
Black holes and revelations (x2)
Hold you in my arms
I just wanted to hold you in my arms
Far away
This ship has taken me far away
Far away from the memories
Of the people who care if I live or die
I'll never let you go
If you promise not to fade away
Never fade away
Our hopes and expectations
Black holes and revelations (x2)
Hold you in my arms
I just wanted to hold you in my arms
I just wanted to hold"
Muse - 'Starlight' - Black Holes and Revelations - 2006
Monday, June 9
Desta vez, não estive lá. Nem vi pela TV... sim, admito. Perdi completamente o concerto dos Muse.
Agora vou me só esconder ali num buraquinho durante os próximos 2000 anos, para penitenciar a minha ofensa!
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