Este homem já me salvou a sanidade mental inúmeras vezes. Neste domingo terrivelmente nublado, é a ele que dou permissão para dar entrada na minha mente, para ver se me esqueço de tudo o que se passou ontem, nem que seja por uns minutos. Não quero ser tomada pela tristeza, nem ficar com uma nova onda de depressão a pairar em cima da minha cabeça por mais dois anos, ou vinte anos, ou o resto da vida. Mas não me peçam para sorrir, ser feliz e pura e simplesmente dar um pontapé nesta história toda para trás das costas, porque eu não consigo fazê-lo. Estou farta de perder pessoas importantes. E é pela importância que têm na minha vida, que desde ontem por volta desta hora que é como se tivesse deixado de sentir o meu corpo. Apenas sinto a cabeça (sempre às voltas) e o coração, a bater mais depressa do que é saudável. Poucas horas de sono em cima, que adormecer ligeiramente só se conseguiu lá para as 7h30 da manhã. E porque apesar de saber que isto só irá servir para me magoar ainda mais, chorar ainda mais e afundar-me ainda mais, há uma réstia de qualquer coisa em mim que me faz crer que tudo ainda irá ficar bem. Porque não pode ser só isto e acabar assim.
E hoje, como em todos os meus momentos graves de crise, meu refúgio é ele, são as palavras que ele diz e as notas que toca. Porque me tocam de uma maneira especial, sempre, mas ainda mais especialmente hoje. Porque eu não consigo deixar de pensar nisto.
"Oh, hold still for a moment and I'll find you You're so close, I can feel you all around me And I could hold you if you just stood still Oh, I'll hold still for a moment so you'll find me I'm so close, I'm just a small step behind you I know you're somewhere out there I know you're somewhere out there I know you're somewhere out there" David Fonseca feat. Rita Redshoes - 'Hold Still' - Our Hearts Will Be As One - 2005
Amo este site. Adoro as imagens, fotografias, mensagens. Precisava de ter tempo (lá está) para o explorar convenientemente. A maior parte das imagens que têm sido motivo de post neste blog, é de lá que têm vindo.
"Fear is a habit; so is self-pity, defeat, anxiety, despair, hopelessness and resignation. You can eliminate all of these negative habits with two simple resolves: I can!! and I will!!!"
Eu sou uma pessoa extremamente medrosa. Não sei precisar quando é que comecei a ser assim nem como é que cheguei a este ponto, mas se tivesse que apontar datas seria algures entre 2004 e 2006, aproximadamente. A verdade é quando crio uma certa rotina, um hábito, um meio envolvente constante, é-me muito difícil adaptar-me a qualquer alteração que nele ocorra. E tenho um medo terrível e irracional que isso aconteça. Foi mais ou menos nessa mesma altura que me esmagaram parte da auto-estima e que fiquei com a percepção que tenho ainda hoje. E assim, é corriqueiro saírem da minha boca frases começadas por "Tenho medo que/de...". De perder, de arriscar, de me deixar ir, de desiludir, de não estar à altura, de chatear, de falhar (o meu perfeccionismo lixa-me tanto a vida às vezes!). Com estes medos, vem o derrotismo, a ansiedade, o desespero, a falta de esperança e a resignação de não ir atrás de ninguém que me interesse por, à partida, já estar convencida a viagem não vai servir para nada a não ser para me magoar. A viagem em que embarquei há precisamente quarenta e cinco dias até agora só me magoou graças a todos os medos que tenho. É por não estar segura de mim própria que todos os dias penso "I can and I will" sem me ter ainda convencido disso. O meu desejo é que esta viagem se prolongue pelo máximo de tempo possível, porque uma felicidade destas não sei se alguma vez passou aqui pela minha mui amarrotada alminha, mas a verdade é que me sinto como uma maluca, porque aquilo que desejo é aquilo que estou a estragar, quem sabe muito rápida e permanentemente. Com o quê? Com os meus medos, pois com certeza. Portanto, acho que é claro como água, que me tenho deixar de merdas e mandar todas as minhas paranóias para trás das costas. Quando é que eu vou finalmente começar a fazer isso? Quando chegarmos aos sessenta dias, rezo eu (não, vá, eu não rezo que sou agnóstica) para que lá cheguemos e a muitos mais, espero para meu, aliás nosso bem, que já me tenham ajudado a largar alguma da minha bagagem. Porque a cada dia que passa fica mais pesada e impossível de suportar e não é meu direito dividi-la com outra pessoa que é totalmente alheia a toda a sua origem.
Pessoalmente, prefiro a depois. Por momentos como este.
A primeira música do seu novo álbum, Come Around Sundown, que foi editado há cerca de quinze dias. A primeira razão para se gostar do mesmo. Uma muito boa razão. :)
"O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo respondeu ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem."
É exactamente disso que eu preciso. Tempo. Tempo que não tenho. Para me deitar e ir dormir sem pensar na quantidade de coisas que no dia a seguir vão precisar de ser feitas. Para ir aos treinos de futsal e tentar começar a melhorar. Para tratar de todos os relatórios do Demónio que os professores de Substâncias de Abuso I, Técnicas Analíticas Forenses I e Biologia Molecular Forense I pedem todas as semanas, sem excepção. Tempo para acabar de ler o "Eat, Pray, Love" e apanhar o filme no cinema. Para me mentalizar que tenho de começar a arregaçar as mangas e deitar mãos ao trabalho como deve de ser, que o semestre já vai ficando adiantado e eu não me posso descuidar. Tempo para ganhar paciência. Para escrever aqui no blog, que isto anda muito fraquinho. Para ver as minhas séries de eleição, nem que seja só um dia por semana. Tempo para estar com os amigos e combinar aquele tal jantar com a malta do Secundário, que anda para ser marcado vai já para dois ou três meses. Para estudar a obra do Álvaro de Campos, que me anda aqui a perseguir e a aguçar a curiosidade, e tirar e aperfeiçoar as minhas fotografias e técnicas. Para levar os meus óculos de Sol, o meu MP3 e o meu relógio preferido a arranjar (estragaram-se os três na mesma altura, que sorte a minha!). Tempo para namorar, para sorrir, para passear, para me divertir, para descontrair um bocadinho.
Isto anda bonito por aqui, anda... Podem dar-me dias com 48 horas em vez das habituais 24? Vá, assim até ao fim deste Novembro que ainda agora começou (e cujo início foi terrível)... É que dava muito, muito jeitinho.
Chegaram num carro funerário, deixando toda a multidão que os esperava à porta do São Jorge completamente espantada. Num carro funerário?? Brutalíssimo, não pensava nada que alguém se lembrasse de uma coisa destas. Os nossos lugares podiam ter sido melhores, mas a noite foi ainda assim memorável. Nunca tinha visto Moonspell ao vivo e talvez ter uma primeira experiência acústica possa não ser a melhor forma de compreender a essência e a energia da banda mas é sem dúvida a melhor forma de avaliar a sua capacidade técnica e o seu talento. O Fernando Ribeiro tem uma voz grave e com um poder calmante extraordinário. O guitarrista faz coisas com uma guitarra acústica que não é aí qualquer um que consegue fazer. O Mike até assim mais sossegadinho consegue ser electrizante. Foi uma óptima noite e ontem apaixonei-me definitivamente pelos Moonspell. Com gritos e tudo. :)
A verdade é que o mesmo foi anunciado no dia 9 de Julho. Eu comprei o bilhete sensivelmente um mês depois, no início de Agosto. E o que mais irritação me causa no meio desta polémica toda é como é que, se já estava marcada a tal Cimeira da NATO, deixam marcam um concerto para a véspera do início da dita Cimeira, sendo óbvio que nessa altura toda a zona do Pavilhão estaria encerrada por razões de segurança. Eu acho completamente revelador da forma desrespeitosa como se actua neste país, o facto de termos a Everything is New de um lado e o Ministério dos Negócios Estrangeiros do outro a discutir se se realiza o tal concerto ou não. Por um lado, a promotora, uma entidade insignificante quando em comparação com um Ministério, a teimar que sim, que um concerto que irá mobilizar milhares de pessoas tem condições de se realizar, mesmo tendo a PSP já fechado toda a área circundante do local onde se vai realizar a Cimeira. A verdade é que faltam menos de 20 dias para o concerto e eu, que já empenhei os 34€ no bilhete há quase três meses, tenho um pedacinho de papel em casa que não sei se me serve para alguma coisa. E a vontade de ver os Arcade Fire é imensa e se não acontecer no dia 18, provavelmente só para o próximo ano. E mudarem a localização do concerto? Ou fazerem as coisas como deve de ser e não em cima do joelho e a tentar 'desenrascar'? E decidirem-se rapidamente, para eu e todos os restantes sabermos se vamos ou não ouvir a Rebellion (Lies) no dia 18? É incrível todo o rídiculo desta situação... Enfim.
Exactamente assim, em acústico, no Cinema São Jorge. Gosto tanto da voz do Fernando Ribeiro, assim grave e calma (não quando grita). No sábado à noite, espero que eles me roubem a mente por um bocadinho (trocadilho parvo!) e congelem o tempo... :) Sábado à noite, os Moonspell apresentam Sombra, o seu concerto acústico, no Cinema São Jorge. I'll be there! :)
Na sexta-feira à noite, um dos convidados do Bruno Nogueira no Lado B era o escritor e fotógrafo Pedro Paixão, senhor cujo trabalho eu desconhecia (entretanto já fui pesquisar). Quando questionado se o seu coração já se tinha gasto alguma vez, isto a propósito do título de um dos seus livros, respondeu o seguinte:
"Há pessoas que têm o coração partido desde sempre, não é? E o coração não se pode estar a colar com cola UHU (...) O coração está partido. Mas não queria estar na outra situação."
Chamem-me doidinha, ingénua, dramática, mas o homem conquistou-me com esta resposta. Ele escreve sobre o Amor, sobre as Mulheres e apesar de não ser muito habitual em mim, este livro chamado Os Corações Também se Gastam é o próximo must read, assim que enfiar o Eat, Pray, Love de vez na prateleira. Para variar um pouco, vou ler um escritor português... vamos a ver.
Algures em Janeiro, vi o último episódio da quarta temporada de Dexter. E fiquei tão triste (chorei tanto no fim, credo!) que isso superou a minha vontade de ver como é que, depois daquele final brutal, a série iria continuar. Porque me parece que o que se segue será totalmente diferente. Assim, há um mês que começou a quinta temporada nos EUA e eu ando a coleccionar os episódios no meu disco externo, sem ter ainda 'coragem' vá, para os ver. Tenho curiosidade, muita curiosidade claro, mas ao mesmo tempo... meh! (Obviamente que continuo a ficar completamente vidrada no Michael C. Hall, mas isso nem é necessário referir! Ahahaha!)
Ainda são só oito da manhã e acabei de me levantar mas já se pode dizer que este vai ser um mau dia. Mau dia. Mau dia. Mau dia. Acordei há uma hora e meia com uma sensação de vazio que até metia impressão. Estava o despertador a tocar uma música qualquer (nunca me lembro da primeira música que oiço ao acordar) e eu dei por mim enroscada a pensar que estava noutro sítio qualquer que não o meu quarto já que o que me rodeava não me parecia familiar. Convenci-me que a minha bolhinha tinha finalmente rebentado, daí a sensação de vazio. E foi um cabo dos trabalhos para me aperceber que isto tudo eram efeitos secundários do sonho terrível que estava a ter imediatamente antes do despertador começar a tocar. Por isso, o dia hoje será mau. Mau dia. Mau dia. Só o ter de me levantar cedíssimo apesar de só ter aulas às 14h, tudo por causa de um trabalho... O que vale é que o meu mp3 tem a bateria toda e o Eat, Pray, Love vai na mala, para me fazer companhia no comboio. Cheguei há dias à segunda parte do livro, passada na Índia, e apesar de não ser muito dada a espiritualismos, estou a achar toda aquela vivência no ashram altamente interessante. Aí, que este dia vai passar tão devagar...
* É o título de uma música de 30 Seconds to Mars, que podem ouvir aqui, e que se adequa plenamente à minha relação com a querida (not!) da professora... Estamos em guerra aberta e já estou mesmo a ver que antes de ir a exame, já estou chumbada. Controla o teu mau feitio, Alexandra, controla!
É a outra série que me ia aventurar a ver nesta rentrée, a par de The Good Wife e fiquei totalmente fã logo no primeiro episódio. Claro que ter o Peter Krause já era meio caminho andado para a minha vontade de ver ser logo exponenciada, mas quase que não era necessário. Seguir a vida desta família é absolutamente delicioso e apesar de ter uma certa parte dramática, acaba por ser uma série muito leve, que me deixou completamente agarrada não à televisão mas sim ao computador (modernices!). Parenthood = Very good! :)
Este rapaz foi o vencedor do Australian Idol em 2004, se não me engano. Na antepenúltima gala (a do top 3) cantou duas músicas, sendo uma delas esta Bridge Over Troubled Water, um original de Simon & Garfunkel, um grande clássico que remonta a 1970. A música não está completa, podem ouvir a versão integral aqui, mas esta performance deixou-me sem ar já há alguns dias e tenho andado a ouvir over and over again esta semana, que foi bastante complicada. O essencial? Simplesmente este excerto: "When you're weary, feeling small, When tears are in your eyes, I will dry them all; I'm on your side, when times get rough And friends just can't be found, Like a bridge over troubled water I will lay me down. Like a bridge over troubled water I will lay me down." Simon & Garfunkel - 'Bridge Over Troubled Water' - Bridge Over Troubled Water - 1970
... E porque apesar de ter uma frequência já amanhã e eu estar farta já de drogas, apesar das saudades, apesar do sono (já não estou habituada a levantar-me às sete da manhã, é coisa da qual me desabituo muito depressa), apesar de ontem ter ido encher o depósito do carro à pressa porque a BP aumentou a gasolina outra vez, apesar de ir ter uma aula de três horas com uma pessoa simplesmente ODIOSA, acordei relativamente bem disposta. E agora cheguei aqui e li um post fresquinho do TAFKA Pipoco Mais Salgado no seu blog, que costumo seguir, e fiquei com um grande sorriso estampado nesta minha trombinha que ainda está com ar de zombie, coisa que só desaparece lá para a hora do almoço. "Se não a desejares com todas as tuas forças, se o cheiro dela não teimar em permanecer no teu cérebro, se não deres por ti perdido no caminho porque estavas a pensar nela e nem reparaste que a saída da autoestrada era lá atrás, se não te imaginares a tocá-la ao mesmo tempo que tentas negociar o melhor spread com os tipos do banco, se não se te afigurar que não há outra igual no mundo, se não te questionares sobre o que andavas cá a fazer antes de ela existir, se não te sentires insignificante quando ela fala, se não te deslumbrares, se não te parecer sublime a forma como ela se move, se não te perturbares porque o telemóvel está silencioso e já passaram dez segundos desde que lhe mandaste a mensagem, se não te afogueares só porque ela sorriu para o empregado do restaurante quando encomendou o jantar, então, meu caro, é porque não estás apaixonado coisa nenhuma." tirado daqui
Desde que vi o anúncio desta série na Fox Life, lá para Agosto, que fiquei com curiosidade de lhe deitar as mãozinhas. Com um elenco muito forte e estando a produção executiva a cargo da dupla Tony/Ridley Scott, The Good Wife parecia-me uma boa aposta. Acabei agora de ver o primeiro episódio (nos EUA, a série estreou a sua segunda temporada em Setembro) e fiquei convencida. O drama familar que a Julianna Margulies enfrenta está muito bem equilibrado com o seu regresso ao meio da Advocacia quando o seu marido, o Chris Noth, é preso por corrupção. Agora, é ter tempinho para me aventurar nos restantes 24 episódios que já aqui tenho. :) A seguir, é ter oportunidade para ver Parenthood, o novo trabalho do Peter Krause ( actor que interpretava o meu amado Nate Fisher em Six Feet Under <3)
Thursday, October 7
Apesar da minha bolha ainda não ter rebentado, isto hoje por aqui não anda famoso. Tive o primeiro treino de futsal (já vos disse que me inscrevi na equipa da faculdade que actualmente disputa a 1ºDivisão do Campeonato Universitário Feminino? C'est vrai...) e como não fazia assim exercício físico há já uns bons tempos, praticamente que ao fim de quinze minutos de jogo intensivo já estava a deitar os pulmões pela boca. Tenho uma aula no próximo sábado, das 9h às 15h e como dizem que o tempo este fim-de-semana vai estar um mimo, estou mesmo a ver que volto do Monte da Caparica um pinto, a escorrer água da cabeça aos pés. Assaltaram-me o carro (mas não, não roubaram nada, felizmente). O 'assalto' gerou uma discussão que durou à vontade uma meia hora e que me tirou o sono para esta noite e talvez as próximas, por isso e como não me apetece estudar apesar de ter uma frequência já na próxima quarta-feira para a qual saem quilos de matéria, acho que vou começar a dar vazão à quantidade surreal de episódios novos que me aventurei a arranjar ontem à noite, de séries novas e velhas, e que neste momento ocupam, vá, uns 30 GB do meu disco externo. É, porque eu sou daquelas que acha que não há um número limite de séries boas que uma pessoa pode ver. E como já ando apertada de tempo, ainda me vou pôr a vê-las todas. "Olha, tens de ver esta.", "Olha, aquela é muito boa." e trufas, a Alexandra mete-se a ver todas. Sou uma Papa-Séries desavergonhada. Por isso vou ali só tentar esquecer-me desta noite medonha e amanhã volto cá. Ciao!
Eat, Pray, Love (ou Comer, Orar e Amar em Português) é um daqueles livros de que muito se fala por estes dias e o filme nele baseado, que conta com a Julia Roberts e o Javier Bardem nos principais papéis, estreou esta semana. Ora eu nem sou muito mainstream mas vi o livro ao preço da chuva aqui há uns tempos na FNAC e como até tinha alguma curiosidade em lê-lo e me pareceu assim uma leitura mais soft, alapei-me a ele e hoje vai de começar a devorar aqui as páginas que descrever quase um ano na vida da Elizabeth Gilbert, após o seu conturbado divórcio. Vamos ver o que daqui sai... só espero conseguir acabar antes de o filme sair dos cinemas. O trailer pode ser visto aqui.
Estou aqui que nem posso. Só me apetece enfiar-me na cama até ao virar do século. E sim, hoje fiz 20 anos. Vinte. Duas décadas. Um 2 e um 0. E como diz o meu melhor amigo, "Quando fazes 20 anos é quando viras os pés para a cova e esperas até cair lá para dentro :x..." Eu acho que hoje caí já para dentro da cova e estou só à espera que me tapem. E esta música está-me a fazer chorar que nem uma Madalena há duas horas. O que eu não dava para te estado em Coimbra esta noite...