Monday, November 1

In My Time of Need... of Time

"O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo respondeu ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem."

É exactamente disso que eu preciso. Tempo. Tempo que não tenho. Para me deitar e ir dormir sem pensar na quantidade de coisas que no dia a seguir vão precisar de ser feitas. Para ir aos treinos de futsal e tentar começar a melhorar. Para tratar de todos os relatórios do Demónio que os professores de Substâncias de Abuso I, Técnicas Analíticas Forenses I e Biologia Molecular Forense I pedem todas as semanas, sem excepção. Tempo para acabar de ler o "Eat, Pray, Love" e apanhar o filme no cinema. Para me mentalizar que tenho de começar a arregaçar as mangas e deitar mãos ao trabalho como deve de ser, que o semestre já vai ficando adiantado e eu não me posso descuidar. Tempo para ganhar paciência. Para escrever aqui no blog, que isto anda muito fraquinho. Para ver as minhas séries de eleição, nem que seja só um dia por semana. Tempo para estar com os amigos e combinar aquele tal jantar com a malta do Secundário, que anda para ser marcado vai já para dois ou três meses. Para estudar a obra do Álvaro de Campos, que me anda aqui a perseguir e a aguçar a curiosidade, e tirar e aperfeiçoar as minhas fotografias e técnicas. Para levar os meus óculos de Sol, o meu MP3 e o meu relógio preferido a arranjar (estragaram-se os três na mesma altura, que sorte a minha!). Tempo para namorar, para sorrir, para passear, para me divertir, para descontrair um bocadinho.

Isto anda bonito por aqui, anda... Podem dar-me dias com 48 horas em vez das habituais 24? Vá, assim até ao fim deste Novembro que ainda agora começou (e cujo início foi terrível)... É que dava muito, muito jeitinho.

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I've rambled. Now, it's your turn.