Tuesday, December 30

Closed for Inventory.

D: Este ano passou tão rápido pá.
A: Pois foi.
D: E foi uma merda.
A: Diz antes uma grande merda.
D: Pois.
A: Ainda há bocado era Verão... E agora trufas, tamos a 26 de Dezembro.
D: (faz que sim com a cabeça)
A: Estamos a ficar velhas pá.
D: Pois estamos...

Ora, esta conversa no dia 26, durante o almoço, pôs-me a pensar e nestes dias fiz uma espécie de retrospectiva do ano que passou e que amanhã termina. Um ano que começou a vomitar (à meia noite e um quarto lá estava eu agarradinha à sanita e não foi por ter bebido demais) e em que não cumpri a tradição de estrear uma peça de roupa azul. Trufas, bem feita. Eu até nem sou muito supersticiosa mas não posso dizer que 2008 tenha sido um bom ano. Foi sim um ano esquisito. Muita esquisito. E não me tiram da ideia que, em parte, foi um bocado culpa da peça azul que não estreei.
Passei a Matemática, tive o meu primeiro 20 a Biologia, acabei o 12º Ano e entrei na faculdade. Trabalhei, estudei, tive de férias e voltei a trabalhar. Regressei ao SuperBock SuperRock, vi algumas das minhas bandas preferidas ao vivo e vi bandas amigas a começarem a caminhada para o estrelato. Vi a Selecção a fazer uma figura muito triste e o Sporting a jogar muito bem (às vezes...). Fiquei viciada em inúmeras séries, fui pouquíssimas vezes ao cinema (poucas mas boas, como se costuma dizer) e revi filmes marcantes. Fiz à vontade mais de 2000 quilómetros de camioneta e torci o pé numa aldeiazinha perdida no meio de Trás-os-Montes. Entrei em 2008 meia apaixonada, desapaixonei-me e apaixonei-me outra vez. Aprendi a não dar tanto valor ao que os outros pensam de mim mas ainda me falta um longooooooo caminho a percorrer nesse campo.
Enfim... foi um ano que passou depressa mas teve muitas mudanças. Algumas coisas boas e várias muito más. Começou a descer, subiu muito rápido lá para o meio e desceu a pique logo a seguir e eu vim-me estatelar cá em baixo com uma pinta genial. Acima de tudo, cresci, cresci, acho que cresci bastante (incluindo um grande bocado para os lados, mas a partir de dia 1 vou tratar disso).
Para 2009, só tenho uma certeza: vou para a faculdade. Desta é que é.
E vou mesmo!

Thursday, December 25

"I sat beneath the burning tree..."

"I never gave my world away
Maybe I should? Maybe I could?
I never gave my world away
Maybe I should? Maybe I would."

Funeral for a Friend - 'Beneath the Burning Tree' - Memory and Humanity - 2008


Maybe, I would...

Monday, December 22

Merry Christmas and a Happy New Year!

Para a família: para a minha mãe, o meu pai, o meu irmão, a minha avó, os meu tios, os parvos dos meus primos e a minha afilhada linda, linda;
Para a 'família': para a Diana e a família dela, a Luna, a Daniela, a Ana e a minha Dutch Friend;
Para os amigos: para a Inês, a Laura, o Nuno, o Gui, a Isabel, o outro Nuno, o Luís, o Diogo, a Inês O., o Zé e o David;
Para os amigos 'emigrados': para a Inês que está em Londres e o Gonçalo que está em Cabo Verde;
Para aqueles de quem eu também gosto um bocadinho e que não fazem parte de nenhuma das categorias acima: o Bruno, o David-irmão-do-Bruno, os elementos dos Mr.Smith, a Joana e a Jade;
Para todos os que vêm aqui ler, nem que seja só de vez em quando (já agora, obrigada pelas mais de oito mil visitas que já tenho, muito obrigadinha).

Espero que tenham um Bom Natal e um Óptimo 2009. Gosto de todos aqueles que enumerei aqui (uns mais, outros menos) e todos me fazem sorrir e pronto, hoje apeteceu-me nomeá-los. Um por um.
Ah, e fiquem com a música de Natal mais gira deste ano. Hehehe :P

Saturday, December 20

Deadlock

Estagnação. Substantivo feminino que significa paralisação; inércia, falta de movimento. Que foi não só o que se passou com o meu blog esta semana mas também com o meu estado de espírito e com o meu estado de vida (não sei se esta expressão existe, mas siga).
Quanto à estagnação do blog, culpem a Zon, que eu não tive nada a ver com o modem a avariar e com os gajos do Apoio ao Cliente não saberem o que lá andam a fazer e deixarem-me a semana toda sem net, com as contas de e-mail bloqueadas e mais o diabo a sete porque organização não é o forte deles. Até ver, a situação ainda está na mesma. Estagnada.
Quanto a mim, pois, what else is new? Não aceitei ainda esta rotina que na minha opinião não tem muito a ver comigo. Estou como que parada no tempo, a pairar avenida acima e avenida abaixo (a distância casa-trabalho e trabalho-casa), headphones nos ouvidos com o David Fonseca no repeat há semanas incontáveis, blusão apertado até ao nariz que está um frio nesta cidade que não se aguenta (tivesse eu lá no Norte ainda e já tinha morrido de frio vai para um mês, de certezinha!) e a cabeça sempre a girar feita montanha-russa.
Estou estagnada. Enquanto todos à minha volta andam para a frente, tanto a nível escolar ou profissional ou o que quer que lhe queiram chamar como a nível pessoal, eu estou parada. Tenho um emprego que até era capaz de gostar não fosse ele (quer dizer, ela) estar a pôr-me os nervos descontrolados e eu estar a entrar em paranóia só por ter de ir para ali. Aquilo a que vulgarmente se chama "vida social" (e que nunca tive muita, verdade seja dita) não existe. Os presentes de Natal foram comprados todos a horas que não lembram a ninguém, porque são as que tenho livres. Os amigos estão atulhados de livros até à testa, com os exames de Janeiro cada vez mais próximos ou com as obrigações do liceu.
Fui incumbida de organizar o jantar de Natal. Escolhido o dia, o restaurante e toda a gente avisada, dei comigo sentadinha a olhar para o papel onde tinha escrito os nomes. Ora, em treze pessoas, três são 'intrusos' (no bom sentido, claro. Para além de jantar de Natal, deve ser também um jantar de "ora-vamos-lá-apresentar-os-respectivos-ao-pessoal"). Em treze pessoas, doze são estudantes. Adivinhem lá quem é a ovelha negra? Pois, exacto.
Não estou em regressão mas também não estou a andar para a frente. Estou simplesmente parada. Na terça-feira, vou ver-me confrontada com isso, com nove provas vivas, reais, de carne e osso desta parvoíce para onde eu me arrastei (sozinha). E para alguém que tem um grau de exigência para consigo próprio e de perfeccionismo tal como eu tenho (elevado, elevado, elevado) não é nada agradável.
A culpa é minha, isso sei bem. Mas não torna as coisas mais fáceis. Dammit!

Tuesday, December 16

Querido Pai Natal,

A esta hora estás a pensar "O que raio é que esta quer? Este ano portou-se pessimamente, desperdiçou oportunidades únicas e só fez disparates. Sim, está bem, até passou a Matemática, mas depois estragou tudo. Sim, trabalhou e estudou ao mesmo tempo, mas depois mandou os estudos irem dar uma volta a Espanha e voltou a trabalhar. Está doida, se me vem agora pedir batatinhas..."
Podes estar descansado, não venho pedir praticamente nada. Gostava muito de ter uns Allstars pretos, daqueles que são mesmo ténis, e aquele vestidinho lindo que vi na H&M no outro dia. Não, não fiquei maluca de vez por querer um vestido. Só não consigo suportar o facto de, se precisar de ir bem vestida a um lado qualquer, não ter nada decente e parecer uma sem-abrigo, como de costume. Para o Baile de Finalistas tive de pedir um vestido emprestado, não quero passar por essa vergonha outra vez.
Mas adiante... Eu sei que não pareço pessoa deste tipo de coisas, mas no fundo, no fundo, chega-me que o Z. continue a fazer a D. tão feliz como ela está agora, que eu possa ver essa felicidade diante dos meus olhos durante muito, muito tempo e sentir-me, eu própria, um bocadinho mais feliz. Que aqueles que eu adoro mais que tudo continuem a fazer parte da minha vida e continuem aqui pertinho e estejam, eles também, o mais felizes possível. Que a minha família volte a ser o que era (isto já é pedir demais, eu sei, mas não se perde nada em tentar). Que consiga juntar o suficiente para começar a tirar o curso dos meus sonhos no próximo ano. Que consiga sorrir mais vezes e sentir-me melhor comigo própria. Achas que consegues?
Ah! E se puderes, já agora, vê se na noite de 24 me consegues levar o mau-feitio e a antipatia e a parvoíce lá para a Lapónia, sim? Estão cá presos dentro de mim mas não fazem falta nenhuma e lá podia ser que congelassem de vez e deixassem de afectar o mundo (pequenino) que me rodeia.
Obrigada.
Beijinhos,

Alexandra
P.S. Não queria abusar... Se estiveres bem disposto, traz-me também um Mr. Brightside assim, pode ser? Não o mereço, nada mesmo, mas pronto... Se não, deixa lá.

Monday, December 15

Um dia destes sou despedida...

... porque ainda me salta a tampa e mando alguém ir pôr a arrogância e a má-educação num certo sítio.
Se há coisa que me enerva sobremaneira são aquelas pessoas que, lá por terem uma posição social e económica mais elevada ou um nível de estudos superior a outras, estão convencidas que têm o rei na barriga e que o resto do mundo é lixo.
Eu sou bastante distraída. Tenho a mania da organização e da arrumação (uma cena obsessiva-compulsiva qualquer) e, por muitos defeitos e qualidades que possa ter, não sou vidente (psicótica sim, mas psíquica ainda não). Acho que apesar de tudo faço bem o meu trabalho e não há motivos de queixa em relação a mim. Não sou a simpatia em pessoa, mas sou minimamente competente e o meu perfeccionismo faz com que, para fazer alguma coisa, tenha de a fazer bem senão não descanso nem fico bem comigo própria.
Agora, não consigo estar a trabalhar motivada e com um sorriso na cara quando tenho alguém a apontar sempre uma falhazinha qualquer, ainda que ela possa não existir ou seja de todo irrelevante, sempre a deitar abaixo e que não é capaz de dirigir uma palavra simpática nem que seja "Bom trabalho.". Não. Quando eu faço algo bem, já cheguei a ouvir quase um "Não fez mais que a sua obrigação.". Ser agradável? Para quê?
Não suporto que olhem para mim lá do alto, como se eu fosse uma espécie de ser inferior só porque não tenho nenhum curso (ainda) e trabalho numa simples loja, a atender as outras pessoas. Pior ainda quando descarregam em mim as frustações que nada têm a ver comigo, e têm sim a ver com problemas familiares ou pessoais ou, pura e simplesmente, com a falta de educação das pessoas. Que o dinheiro pode trazer muita coisa mas, para além de felicidade, também não traz educação nem boas maneiras. Apenas snobismo, arrogância.
E depois ainda tenho de ouvir "Ah, sabe, eu acho que de certo modo é muito parecida comigo?"... Eu? Se a caminho dos quarenta eu for assim, por favor internem-me. A sério. Ser assim, infeliz como ela é apesar da vida óptima que tem, da estabilidade familiar e financeira e de todas as possibilidades é que não.
Tudo menos isso.

Sunday, December 14

Desafio da Música

A Catarina lançou um novo desafio:

1 - Colocar uma foto individual nossa: pá, é só irem ali abaixo ao "About Me" ver :) ;

2 - Escolher uma Banda/Artista: Avenged Sevenfold (obviously!);
3 - Responder às questões somente com títulos da Banda/Artista escolhido:
a) És homem ou mulher? Girl I Know;
b) Descreve-te: Trashed and Scattered;

c) O que as pessoas acham de ti? Lost;
d) Como descreves o teu último relacionamento: Strenght of the World;
e) Descreve o estado actual da tua relação: I Won't See You Tonight Part I;
f) Onde querias estar agora?
M.I.A.;
g) O que pensas a respeito do amor? Warmness on the Soul;
h) Como é a tua vida?
Unholy Confessions;
i) O que pedirias se pudesses ter só um desejo? A Little Piece of Heaven;
j) Escreve uma frase sábia: Seize the Day.

Saturday, December 13

Pensamento fútil do dia

"Isto (o trabalho) anda-me a dar cabo das unhas todas."

É fútil, mas não deixa de ser verdade.

Friday, December 12

E estava eu à espera que começasse a aula de EF

... naquela quinta-feira cinzenta, naquele dia terrível em que parecia que tinha os lábios selados e não conseguia sorrir nem falar, em que tinha vestido o meu casaco com um padrão do Su Doku que tinha feito a minha stôra de Biologia elogiar-me... Nesse mesmo dia em que o meu irmão fazia anos (irmão esse que amanhã atinge os trintas :P), em que eu tinha oferecido a um colega meu uns pins do Nightmare Before Christmas iguais aos que tinha (e tenho) no estojo e que ele tanto tinha elogiado dois dias antes quando, ele próprio, estava triste e chateado com uma coisa qualquer, nesse dia em que me tinha apercebido que afinal os pins não eram só uma coisinha para o tentar animar mas que havia qualquer coisa em mim que lhe queria mesmo dar os ditos cujos...
Nesse dia, quando eu estava ali parada, à espera do stôr de Educação Física, a congelar só com a minha t-shirt do colégio, apesar de estarmos a meio de Dezembro, com os headphones nos ouvidos, a Angel Song no repeat e a ignorar completamente a conversa fútil que se tinha gerado à minha volta, ele interrompeu lá pelo meio e chegou-se ao pé de mim e disse, com um ar muito sério, "eu não sei o que é que se está a passar contigo, mas daqui a nada dou-te um par de estalos se não tiras essa cara de enterro!" e depois sorriu-me.
E eu, miraculosamente, acho que esbocei um sorriso minúsculo de volta.
E hoje, que tive um dia horrível no trabalho, lembrei-me disto. Funny thing. A cara de enterro era por causa dele. E manteve-se, para aí, até Maio/Junho... e sempre a piorar.
E ele nunca se apercebeu.

Para complementar o post de segunda-feira :)

(Aí, tão querido ele...)

O pacotes de açúcar da Nicola inspiram-me...

Um dia vou ser a melhor criminalista do país.
Um dia vou passar o Natal a NY com o meu Mr. Brightside.
Um dia vou voltar a pesar menos de 55 quilos.
Um dia vou ter uma mesa de snooker.
Um dia vou ter dois gatos, o Dexter e o Synyster.
Um dia vou ver o Sporting ganhar a Champions.
Um dia vou tatuar a minha frase preferida no interior do antebraço direito.
Um dia vou aos festivais de Leeds e Reading e ao Rock AM Ring.
Um dia vou ganhar um jogo de PES ao meu irmão.
Um dia vou ter um Citröen C1 verde e preto.
Um dia vou ver as minhas bandas preferidas na primeira fila.
Um dia vou ser a mulher mais feliz do mundo.
Um dia vou deixar de dizer "Um dia".

(... e o facto de ser 1h30 da manhã não ajuda.)

Wednesday, December 10

"Christmas is all around me and so the feeling grows..."

Gosto do Natal.
Gosto que o Natal já tenha chegado cá a casa, graças a mim, que hoje estive a tratar dos enfeites.
Gosto de me sentar no chão da minha sala a olhar para as luzes da árvore (tenho este bocado de criancinha dentro de mim).
Enfim... Gosto do Natal. E pronto.

Tuesday, December 9

Noites de Terça-Feira.

Estava eu muito bem em Barcelona com a minha mãe, lá já não me lembro bem onde, a tentar tirar uma fotografia já não me lembro a quê quando descobri que havia qualquer coisa de errado com o meu olho direito. Isto foi em Setembro de 2003. Já passaram cinco anos, uso óculos desde aí porque o oftalmologista descobriu que tinha miopia, 3 dioptrias, no olho direito. Sim, só no olho direito (Que rídiculo pá!).
Ora, desde o príncipio do ano que comecei a ter dores de cabeça horríveis, completamente centradas no olho, assim tipo uma vez por mês. Não liguei muito nessa altura, ah e tal ia dormir e pronto passava-me. Comecei a preocupar-me quando as dores ficaram mais frequentes e quando, certa noite, entrei numa sala de cinema e passei o filme todo aflita, mesmo estando com os óculos postos. Meses mais tarde fui finalmente ao médico e ouvi aquilo que ninguém gosta de ouvir. "Olhe, eu não sei o que se passa com o seu olho. Parece tudo normal, as suas dioptrias não aumentaram nem nada. O que você tem deve ser um tipo qualquer de enxaqueca."
Basicamente, ouvi um "Aguenta-te!" porque sou muito nova para ele me receitar uns comprimidos...

E agora todas as semanas, à terça-feira, é como se o meu olho direito fosse rebentar. Há pessoas que têm a noite de póquer, a noite de futebol, a noite sei lá mais do quê... eu tenho a noite da enxaqueca, todas as terças-feiras. É certinho. Como hoje...

Monday, December 8

Repeat da Semana (ou um dos porquês de eu andar apaixonada por este senhor!)

It’s me, and you, and all the things we do,
Just to go a little more, just to find a better view,
Despite our young hearts, we know how it’s gonna be,
We don’t get for your crops cause we have our own tree,
There’s nothing wrong with your ways, but we can dance to this song,
We just wanna build and leave the bridge out of the silent void.

If there’s something we could do,
To escape this silent void,
Just a word that we could say,
That would burn this silent door,
No, we can’t stay here no more…
(We’re in love.. We’re in love...)
I say love
I say love

And there’s no one I would rather be with,
Nothing I would rather do,
Cause I’ve got this dream, this heart that beats,
Outside this silent world, and I’ve got you.

…and me, and all that we could be,
Out if this black hole show, by the black sea,
We’re all surrounded by the old, just running their stuff,
We don’t really care for them, they don’t really care for us,

You see, I don’t wanna be what they meant all of us to be,
Shaking hands with the sales artist, the master degrees,
With the lost kids and the loveless ones,
Yeah, I can look like them but I’ll never be one,
And if you wanna be the bullet out of this gun,
Then tell us please what you’re made of,
Oh, tell us please what you’re made of,
Oh, tell me please are you in love?
Like me…
I say love

And there’s no one I would rather be with,
Nothing I would rather do,
Cause I’ve got this dream, this heart that beats,
Outside this silent world, and I’ve got you.

We’re falling in the lights of others,
I hold her willed and we keep spinning,
We’re falling in the lights of others,
I guess our mind is made up,
We’re gonna quit the state of,
We can leave this silence…
We can leave this silent… void.
We can leave this silent… void.
We can leave this… void.
We can leave this silent… void.

I say love
I say love

And there’s no one I would rather be with,
Nothing I would rather do,
Cause I’ve got this dream, this heart that beats,
Outside this silent world, and I’ve got you.
Outside this silent world, a heart beats,
Outside this silent world, well I’ve got you,
Outside this silent world, my heart beats,
Outside this silent world, well I’ve got you.

David Fonseca - "Silent Void" - Dreams in Colour - 2007

Sunday, December 7

Tudo começou quando uma das raparigas que lá estava disse "As aulas começam segunda-feira."...

Aí, nesse dia 16 de Setembro, vi literalmente a minha vida dos últimos meses a passar-me em frente dos olhos. Ali, sentadinha naquele degrau de pedra, com aquela gaja do Porto sentada à minha direita a dizer mal de tudo e todos, do curso de Bioquímica que já tinha frequentado, dos veteranos da outra faculdade e de não sei mais ou quê, quando já mal conseguia falar porque a amigdalite que me viria a atacar com toda a força no dia seguinte já estava a fazer das suas e a pôr-me com febre e com as amígdalas do tamanho de bolas de futebol, apercebi-me da grande estupidez que estava a fazer. A minha cabeça começou a girar, qual montanha-russa em andamento, a uma velocidade supersónica. Eram imagens dos almoços de sábado com a Ana, as noites em casa da Luna, a Baixa inteira já palmilhada por mim e pela Diana mais de mil vezes, os jantares com o pessoal do Secundário, que tinha terminado há tão pouco tempo ainda, os concertos de Rhizome com o meu irmão, os jogos do Sporting assistidos no estádio com o meu pai desde os cinco anos. Eram as minhas raízes todas a serem arrancadas com força e deitadas para o lixo, depois de toda a dificuldade que eu tinha tido a criá-las. Era a perspectiva de um "Até daqui a três anos" que eu tinha ansiado durante muito tempo, durante todo aquele tempo em que tinha achado que não havia aqui nada de novo, nada que me prendesse e que era altura de me libertar, abrir as minhas pequenas asinhas e voar para bem longe, para um sítio onde pudesse pôr as ideias em ordem e começar a aceitar-me a mim própria da maneira como sou, mas que, qual partida do destino, já não ansiava mais porque tinha finalmente umas amarras que me prendiam cá em Lisboa, bem firmes. A (re)descoberta da lindíssima cidade onde vivia e que, por negligência e falta de interesse, não conhecia, as amizades que significam tudo, que são essênciais para que esteja bem e que tinham sido estreitadas e que, descobri eu, lá na santa terrinha, naquele degrau de pedra gelado, me fazem mais falta do que eu imaginava, a descoberta de um sentimento novo, que não era amor nem apenas atracção e que tinha levado a algo confuso e estranho que também não era um namoro nem uma simples amizade colorida mas que tinha chegado (finalmente) e sabia tão, tão bem, as saudades que já sentia quando estava longe só há algumas horas... Tudo isso tomou conta de mim e consciencializei-me que, quando regressasse de vez ia ter 21 anos, ia voltar para arranjar um emprego (ou quem sabe, ia ficar por lá definitivamente), uma casa para mim. Os amigos que cá tinham ficado e que tinha demorado tanto tempo a arranjar iam já ter uma vida nova, a maior parte a meio do curso de Medicina, os outros a fazer sabe Deus o quê. Três anos é muito tempo e, apesar de tudo, a internet, o telefone e algumas visitas cada vez mais esporádicas não chegam. Tentei convencer-me que sim nos primeiros tempos, naquela semana de indecisão, "vou ou não vou?" foi a frase que mais me perseguiu, mas não chegam. Estava a arriscar muitas coisas, demasiado importantes para mim, e não valia a pena.
Voltei. Fui criticada, desiludi muita gente. Ainda hoje, passados dois meses e meio, às vezes pergunto-me se fiz bem. Se, se lá tivesse ficado, já teria feito alguns amigos (Ahahah, devia ser o milagre do século, que eu para falar espontaneamente com alguém é preciso quase que chovam martelos). Se estaria a gostar do curso. Se, se, se...
As amizades de cá mantêm-se. Não nos temos visto nem mais nem menos do que nos veríamos se eu tivesse lá ficado. O sentimento novo teve de ser posto para trás das costas e deu lugar a outro, mas que sabe igualmente bem. Não estou bem, nem feliz nem nada que se pareça mas sei que quem me vai ajudar a melhorar está pertinho, pertinho e não a mais de 400 km de distância. E isso é muito reconfortante.
E também sei que, no próximo ano, a faculdade vai continuar no mesmo sítio. Sossegadinha, à minha espera. Que quem acaba o curso com 22 em vez de 21 não vale menos por causa disso.

(Pronto. Nunca tinha falado assim abertamente do que me passou pela cabecinha naquela altura. Com ninguém. Finalmente disse tudo aquilo que tinha cá dentro há meses e tirei um peso de cima dos ombros e um aperto de dentro do peito. Isto tudo não faz muito sentido, mas eu própria não faço muito sentido portanto...)

Saturday, December 6

Joe Satriani vs. Coldplay

A primeira vez que ouvi Viva la Vida, a música-título do último CD dos Coldplay fiquei rendida e passei dias e dias a ouvir aquilo. Achei que tinha uma batida contagiante, punha-me cheia de speed e com uma energia incrível.
Por outro lado, eu adoro, adoro, adoro de paixão tudo o que tenha a ver com guitarras e guitarradas e coisas do género e a única coisa nessa música que me fazia espécie era realmente não ter assim nenhuma guitarra sonante nem nada disso.
Qual não é o meu espanto quando me deparei com o rumor que circulava por aí pela Internet de que os Coldplay tinham plagiado o Joe Satriani (que não é um John Petrucci mas, verdade seja dita, não está muito longe e é um guitarrista com G maiúsculo) e que a melodia de Viva la Vida (a tal que me dava muita pedalada) tinha sido integralmente copiada de If I Could Fly de Joe Satriani, música datada de 2004.
Ora, eu fiquei chocada. Fui pesquisar as duas músicas (até as ouvi sobrepostas) e acho que aquilo foi MESMO copiado e à DESCARADA!! Para quem se autoproclamou "a melhor banda do mundo", isto é uma VERGONHA!
Shame on you, Mr. Chris Martin. Shame on you!

P.S. E não me podem acusar de parcialidade porque eu gosto dos Coldplay. Mais que do Satriani até.

Friday, December 5

"Day & Age" - Part II

Já está! Consegui! Ouvi o "Day & Age" até ao fim. :)
Não que a minha opinião tenha mudado muito, verdade seja dita. Concordo com o David (a.K.a.
Morning Theft) em relação a A Dustland Fairytale e ao poder que tem o final do CD. Muito, muito bom. A Human, pronto, é aquilo que já se sabia e, para variar, tem muito de Alexandra C. Ferreira naquela letra. Não sei como é que o Brandon faz para escrever letras destas, mas se ele me conhecesse até caía para o lado (e não, não era pelo meu aspecto, coitadinho. É mesmo por eu ser uma espécie de "Lyrics dos The Killers" ambulante). Mas sobre a letra de Human hei-de falar noutra oportunidade.
Não gostei de várias músicas (não se pode ser perfeito) e continuo a achar a Spaceman completamente inconcebível. Nem voltei a ouvir aquilo. E tenho pena que haja uma música deles que eu simplesmente não consigo ouvir, porque era algo que ainda não tinha acontecido. Enfim...
Deixo-vos a actuação magnifíca (roubada um bocado à descarada também ali ao David) nos EMA's, em Liverpool, no príncipio de Novembro. "Close your eyes, clear your heart..." and just listen to The Killers. :) E Boa Noite.

P.S. Agora tava aqui a pensar... Eu devo ter uma queda para os Brandons. Brandon Flowers, Brandon Boyd... Devo ter qualquer afinidade com este nome...

Friendly Ramblers #1

Ninguém melhor para inaugurar um novo espaço de 'publicidade' para aquilo que ando a ler, já li ou virei a ler (ou ver, ou ouvir ou whatever) que a minha mais recente 'alma gémea'. A minha stôrinha da Cidade de Deus que me deixa sem palavras a cada post (por ser tão igual a mim, em tudo; no nome, nos hobbies, nos gostos e sei lá mais em quê), que adora inglês tanto ou mais que eu e que escreve lindamente.
E escreve
aqui.

Wednesday, December 3

"Tonight we drink to youth..."

"... and holding fast the truth."
Um dos versos desta música ia servir de mote para (mais) um textinho, mas depois vi esta performance e decidi que o texto fica para amanhã.
Ladies and gentleman, I leave you Mr. Brandon Boyd. Enjoy!
Quanto a mim, até amanhã... ou depois. Ou para a semana. Whatever...

Desafio do Livro

A Catarina passou-me o seguinte desafio:

1. Agarrar o livro mais próximo.
2. Abrir na página 161.
3. Procurar a 5.ª frase completa.
4. Colocar a frase no blog.
5. Não escolher a melhor frase nem o melhor livro!!! Utilizar mesmo o livro que estiver mais próximo.
6. Passar a 5 pessoas.

Ora, o livro mais próximo é "Lord of the Rings - The Fellowship of the Ring" de J.R.R. Tolkien e a frase é : "Foi então que o hobbits repararam que ela estava toda vestida de prata e usava um cinto branco e sapatos que pareciam de rede de pesca."
Não passo o desafio a blog nenhum porque hoje não estou com grande paciência para isso. Fica para a próxima.

Tuesday, December 2

Perdi o juízo.

Para as muitas alminhas que já suspeitavam que me faltavam alguns parafusos, eis que eu provo que realmente isso é verdade: meti na cabeça que hei-de comprar uma Playstation 3 e o Guitar Hero World Tour (mas só com a guitarra, que o resto não preciso e é demasiado caro. Nem tenho espaço cá em casa para isso) e agora ninguém me tira isto da ideia. Porquê o World Tour? Porque tem esta quantidade gigante de músicas (e tem Dream Theater. YUPIII!). Já fiz uma quantidade de contas, vi montes e montes de preços, tirei notas e pensei muito bem, muito ponderadamente no assunto.

Perdi a cabeça e decidi que vou mesmo comprar (euzinha, sozinha, que como este ano não há cá presentes, vou dar a mim própria uma forma de me animar, a ver se me passam as 'trombas' com que tenho andado ultimamente).

E não, não vai haver cá amigos a colar-se, "Ah e tal, deixa cá experimentar o Guitar Hero novo..." que eu não deixo! :)
(Brincadeirinha... deixo sim, mas têm que pagar o aluguer, que isto não há cá borlas e eu tenho de repôr o dinheiro que vou gastar nesta minha extravagância! Hehehe :P)

Monday, December 1

"It's a funny world we live in. Speaking of which, do you know how I got these scars?"

Vi uma vez. Vi duas. Agora quero ver a terceira... E o DVD é lançado já dia 9 de Dezembro. :)

(O meu 200º post. Ao fim de um ano e quase dois meses, já vim aqui, escrever sobre a minha existência, duzentas vezes. Ao príncipio, não pensei que viesse a gostar tanto de ter um blog... Mas gosto. Gosto mesmo!)

Saturday, November 29

(Algumas) Coisas que não me hei-de esquecer, por mais anos que viva

- Quando, ao fim de seis meses de espera e de o meu irmão me ter prometido que me levava, recebi um e-mail a anunciar o concerto que os Dream Theater iam dar em Portugal, a 20 de Junho de 2007, no Coliseu do Porto;
- O dito concerto e o momento em que, cá de cima, vi o John Petrucci entrar em palco;
- Quando fui fazer a minha primeira tatuagem, a 18 de Out. de 2007, e o tatuador me disse "Vou só fazer um traço para veres como é." e fez e eu fiquei naquela "WTF? É só isto? Então pode fazer o resto." e, cinco minutos mais tarde, vi o desenho que ficou perto do meu pulso esquerdo, para sempre;
- Quando eu e a Diana cantámos para a TVI, para aquele programa ranhoso do "Casamento de Sonho";
- O jogo Sporting-Newcastle, em que estivemos a perder por 1-0 até aos 72 min e, por volta dos 80min, o Beto marca aquele golo, num livre à entrada da área, que nos garantia a passagem às meias-finais (e que fez com que o meu irmão até me pegasse ao colo e tudo!);
- Quando ia a descer as escadas da casa da família da Diana, em Peredo, e, estando já nos dois últimos degraus, disse "Porra, papagaio!" (private joke) e me espalhei escadas abaixo e torci o pé esquerdo e doeu-me como o raio;
- Quando fui ver o "Charlie and The Chocolate's Factory" ao cinema com uma das minhas primas da Suécia e o namorado, o meu irmão, o melhor amigo dele e a namorada e, lá numa das cenas em que mostram a casa do Charlie Pipa, o meu irmão se virar para o Bruno e dizer "Meu, parece a tua casa." e eles partirem-se a rir os dois, descontroladamente;
- A primeira vez que consegui tocar o "Für Elise" do Beethoven do príncipio ao fim, sem me enganar numa única nota;
- O golo fabuloso do Caneira contra o Inter, na Champions, na baliza mesmo a minha frente;
- As noites de snooker no Algarve, com a Luna;
- Quando, ao ver pela milionésima vez um episódio do CSI: Las Vegas (série favorita), pensei "Epá, é mesmo isto!" e decidi que queria ser criminalista;
- A primeira vez que andei de avião, aos 9 anos;
- A série "Friends", da qual vi TODOS os episódios, sem excepção;
- O primeiro beijo (infelizmente, porque toda a situação foi tão rídicula, que mais valia esquecer);
- O quão aliviada me senti depois de sair do exame de Matemática do 12ºano;
- O jogo Sporting-Manchester United, visto em Alvalade, e o momento em que o Cristiano Ronaldo marcou o golo que viria a ditar a nossa derrota e pediu desculpa;
- A primeira noite no Bairro Alto;
- O primeiro shot triplo de tequilla, bebido de penalty, com o Nuno e a Laura no Hennessy's, no Cais de Sodré;
- Quando, naquela aula de Biologia no Laboratório, o Carlos me disse "Tens ar de gostar disto, ouve lá..." e me mostrou "A Little Piece of Heaven" dos Avenged;
- A noite de 2 para 3 de Agosto de 2008, naquela varanda, e o nascer do sol do dia 3;
- Quando vi o "Lord of the Rings - The Fellowship of the Ring" pela primeira vez;
- Quando, aos quatro anos, levei com uma bola de futebol nas costas no recreio e cai para a frente (já na altura era magrinha) e abri o queixo (e fiquei com uma cicatriz LINDA! :S);
- Quando o David (a.K.a
Morning Theft) cantou a "All These Things That I've Done" dos Killers, em acústico, a menos de três metros de mim, num cafézinho minúsculo lá para Santa Apolónia ou lá o que era;
- No jantar dos meus 17 anos, quando o empregado do restaurante me pôs à frente um bolo de aniversário, onde o desenho era o Miguel Veloso (sim, o do Sporting!) vestido de Noddy e o meu irmão me disse "Aha, agora já podes dizer que comeste o Miguel Veloso!";
- O momento em que os Muse tocaram a "Starlight", naquele concerto perfeito no Campo Pequeno;
- A música do genérico do "Dragon Ball GT" ('GT, Dragon Ball GT guerreiro, herói, serás sempre o primeirooooo...');
- O momento em que, no SBSR deste ano, o Synyster Gates disse 'Obrigado' e eu ia a gritar, como as outras histéricas todas que lá estavam, e não consegui;
- A vista do topo do Elevador de Santa Justa e a liberdade que senti quando lá estive, este Verão;
- A letra e a versão acústica da música "Lado Lunar" do Rui Veloso;
- O sabor de uns Chupa-Chupas que havia na cantina da minha escola quando eu andava no 2ºano e que se chamavam "Arco-Íris";
- Quando, mesmo apesar de já saber que eles se iam separar, o meu pai veio falar comigo antes de sair de casa;
- Aquela manhã (aliás, esse dia inteiro) em que o meu irmão me veio acordar e disse que a minha avó tinha ido para o hospital;
- O Sporting-Benfica da Taça de Portugal no ano passado, em que ao intervalo estávamos a perder por 0-2 (e perguntei ao meu pai se podíamos ir para casa) e acabámos por ganhar, 5-2 ou 5-3;
- Os jogos de Pictionary em casa do Gonçalo, comigo a desenhar uma cela de uma prisão e ele começa a tentar adivinhar: "Quadrado. Tijolo. Azulejo. Xaaaaadrez!" (juro que isto ao vivo teve mesmo muita piada);
- O dia 26 de Agosto de 2008;
- Os últimos três minutos da música "I Won't See You Tonight Part I" dos Avenged Sevenfold;
- A primeira vez que ouvi The Allstar Project, sentadinha nos mesmos degraus donde me viria a espalhar dias mais tarde, cheia de frio apesar de ser fins de Julho/princípios de Agosto, e pensei "Epá, estes gajos não existem...";
- A guitarra do Synyster Gates na "Strenght of the World";
- ...

Thursday, November 27

David Fonseca - Live @ FNAC Colombo (com direito a autógrafo, fotografia E BEIJINHOS! AHA! :P)

Tenho o coração a mil. Palavra que sim. Eu já gostava (e MUITO!) do David Fonseca mas depois de esta noite, fiquei a gostar ainda mais. Uma simpatia de pessoa, muito descontraído, acessivel e, acima de tudo, muito simples. O concerto foi curto, para aí 15 minutos, mas valeu mais ainda pelo DVD que eu trouxe para casa (confesso, não resisti. Havia uma edição especial com direito a pins e tudo...), autografado, as fotografias que eu e a Diana tirámos com ele e, ora roam-se lá de inveja, os cerca de 3 minutos que tivemos a conversar com ele, que ele nos tratou como se nos conhecesse desde sempre e, maravilha das maravilhas, "Olá, tás boa?" e espeta-me com dois beijinhos.
Não ponho aqui a nossa fotografia a 3 porque ela está, verdade seja dita, o medo em formato digital.
O meu coraçãozinho está a mil e eu estou feliz, Feliz, FELIZ! (E não, por mais estranho que pareça, a minha felicidade não tem nada que ver com a derrota do Benfas. Ahahahahah :P)
O vídeo, em baixo, é a parte que ele cantou da "Superstars II". Por favor, ignorem o cabeçudo do homem que se foi pôr mesmo à frente e que fez com que eu tivesse de levantar o braço quase até ao tecto.
Ah, e ignorem também a voz medonha que se houve a cantar por cima da do David. :$

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"We're just like Superstars..." :)

P.S. Se eu amanhã tiver com umas olheiras medonhas até ao chão é porque é quase meia-noite e eu ainda me vou pôr a ver o concerto. :P

Wednesday, November 26

"Yo, Zacky... we're gonna wrap this s*** up, uh?"

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Passei o dia todo a cantarolar esta. Porquê? Porque amanhã, para além de ir ver o David Fonseca, (hehehe), também vou buscar o meu exemplar de Live in the LBC/Diamonds in the Rough. :) (Aos 2.48, há um momento Synyster Gates, que me deixou a suspirar quando vi isto a primeira vez. :$)

E VIVA O SPORTING, que hoje vai ganhar ao Barcelona!!! (ahahah, nem eu acredito muito nisto, mas há que ter fé :P) E claro que eu não podia faltar a um jogo histórico destes, mesmo com o frio horrível que está em Lisboa hoje.

Tuesday, November 25

Comecei a ouvir o "Day & Age" há coisa de dez minutos.

Cheguei à terceira música e fiquei com umas trombas até ao CHÃO! A voz da Spaceman NÃO pode ser do Brandon Flowers. Não pode pá! :(
Agora fiquei desmoralizada. Pode ser que amanhã me apeteça ouvir o resto... BAH!

Monday, November 24

Friendship

"If I turn into another, dig me up from under what is covering the better part of me."
Incubus - 'Dig' - Light Grenades - 2006

Se aqui há quatro anos, quando me comecei a tornar numa anti-social de primeira apanha, que não fala com ninguém, detesta gente com a mania e não consegue sorrir só 'porque sim' e 'porque fica bem', me dissessem que o meu círculo de amigos mais próximos seria o que é hoje, eu começava-me a rir. Sério. Vejamos:
A minha melhor amiga e confidente e tudo o mais é da minha idade. Já a conheço, ainda que só de vista, desde os meus 4, 5 anos. No sétimo ano andámos à estalada e ao pontapé (ainda que ela não se lembre) e eu detestava-a. Agora, venham me cá perguntar se eu consigo sequer imaginar estar sem ela... Não, não consigo. Eu sei que já disse aqui, várias vezes, que detesto Emos. Ora, foi ela que me impediu de me tornar numa Emo, tinha eu 15 anos e um vazio ainda maior na cabeça do que tenho agora. E se sou assim, hoje, um bocado GIGANTE é devido a ela.
Uma das minhas melhores amigas tem 32 anos, é casada e tem um filho com cinco. Diferença de idades de 15 anos? Quase que não se nota, garanto-vos. Trabalho com ela todos os dias, de manhã à noite e mesmo quando, no Verão, deixámos de trabalhar juntas, não havia fim-de-semana que não almoçássemos as duas. É ela que me puxa de volta à Terra quando me ponho a sonhar alto demais (coisa que acontece muito frequentemente) e é ela que atura o meu mau (péssimo, terrível, insuportável) feitio todos os dias, todo o santo dia. Gabo-lhe a paciência.
Outra das minhas melhores amigas vive na Holanda, a 2000 e tal kms de distância de mim. Vi-a uma vez, este Verão. Há semanas que não falamos, mas isso não afecta nada a nossa proximidade (nunca afectou).
Por fim, tenho uma rapariga que mora no mesmo andar que eu, no mesmo prédio que eu, a nove degraus de distância. :)
Fora os meus "quatro elementos" essenciais, tenho mais meia dúzia de pessoas em quem confio plenamente para me darem um par de estalos e gritarem-me "Acorda!!!" quando for preciso, quando eu me armo em parva, quando tento ser algo que não sou só para me integrar (que já aconteceu), quando me apetece chegar ali à Expo e mandar-me da Vasco da Gama abaixo, quando não quero sair e me arrastam. Que me apoiam em tudo, ainda que achem que eu estou a cometer a maior parvoíce do mundo (por ex. faculdade). Que quando eu caio (e caio muitas vezes) e me espatifo toda, juntam-se e colam os meus bocadinhos todos back in place, para que me possa levantar outra vez.

Das pessoas que eu julgava serem importantes para mim há dois, três anos atrás, há para aí três que se mantêm. Custou-me a aceitar isso? Custou. Imenso. Horrores. Preocupo-me com isso agora? Not even a tiny little bit... Estou optimamente bem com as pessoas de quem mais gosto, sejam amizades recentes ou antigas ou apenas 'conhecidos', e às outras já não lhes dou a importância que dava. E isso chega-me. :)

(Anda-me a dar para vir para aqui filosofar sobre estas coisas que não interessam a ninguém. E para pôr partes de letras de músicas antes dos textos também. Enfim...)

Sunday, November 23

Para além de "Day & Age", também o DVD do David Fonseca é lançado amanhã! :)

Assumo: estou completamente apaixonada por este homem!
E na quinta-feira ele vai à FNAC do Colombo apresentar o DVD. E quem é a alminha que vai sair do emprego às 20h e ir para lá a correr? Quem é que vai atravessar metade das estações de metro da cidade sozinha para chegar lá antes das 21h30? Eu! Porque nunca vi o David Fonseca ao vivo (vergonha, vergonha, vergonha!) e desta é que é. :)

E o DVD só não vem direitinho para a minha casinha, porque, pronto, enfim...
"
I came in here just for the music
For all the things that it makes me feel
I came to exorcise my demons
To bury those days when only pain was real


Treat me right
My dreams will come true tonight
Come with me
Set me free
We'll be alright

I should have met you in the 80's
Back when I was the dance floor queen
Maybe you think that I'm too old for dancing
You should have met when I was sixteen

Dance! You know what I mean
Dance! Like you were sixteen
Hey! Hey! Hey!
(...)
I should have met you in the 80's
Back when I was the dance floor queen
Maybe you think that I'm too old for dancing
You should have met me, I should have kissed you

I should have kissed you in the 80's
Back when I was young and free
Maybe you think that I'm too old for loving
Tonight I'll make you love me"



Esta música faz-me sentir como se tivesse ligada à corrente. :)

Domingo, domingo...

Hoje foi o meu último domingo livre até 2009 (ena, até parece que falta muito tempo ainda :P). Mas é verdade: a partir de agora vou estar a trabalhar todos os domingos (ainda que só de tarde) e só vou ter um dia livre por semana. Trabalhar numa loja de rua no período de Natal, é o que dá. Então decidi aproveitar este meu último dia de liberdade para recuperar uma das coisas que mais gosto de fazer e que, por preguiça e falta de tempo, desde Julho que não fazia: tocar piano.
Tinha um medo horrível que não conseguir tocar como antes, por ter estado tanto tempo parada. Mas consegui! E fiquei com um sorriso do tamanho do MUNDO! E ao fim de uma hora a relembrar, consegui ainda aprender início de uma das músicas mais bonitas dos Dream Theater. All by myself! :)
Eu sei que para quem está de fora, isto não parece nenhum feito histórico, nem nada que se assemelhe, mas para mim é. Um GRANDE feito.
Weeeee.... :)

Saturday, November 22

Adoro árvores de Natal!

E hoje fui ver a Árvore Zon, que está no Parque Eduardo VII, ser acesa pela primeira vez. Vi o fogo de artíficio bem de perto e as luzes da árvore, lindas, lindas, lindas. O meu espírito natalício atacou em força... :)(Tirei fotografias e filmei com o telemóvel mas a câmara não é grande coisa, por isso a qualidade é quase nenhuma:S)

Friday, November 21

Memória

"She said - Don't, don't let it go to your head (...)"
Taking Back Sunday - "You're So Last Summer" - Tell All Your Friends - 2002

No ano passado, apesar de estar no agrupamento de Ciências e Tecnologias e só os de Ciências Sociais e Humanas terem a disciplina de Psicologia, consegui ir assistir a algumas aulas, já que o horário era compatível. Um dos conceitos que me lembro melhor de explorar foi a Memória, algo que sempre me despertou, e ainda desperta, imensa curiosidade. Ora, a Memória pode ser dividida em três vertentes: sensorial, a curto prazo e a longo prazo. A Memória sensorial dura entre 200 e 500 milisegundos e, após este tempo, o objecto é completamente esquecido. A Memória a curto prazo dura algumas horas e deixa certos traços ao fim desse tempo. Por fim, a Memória a longo prazo pode durar meses, anos e/ou até uma vida inteira.
Poderão não ser estas as definições exactas uma vez que já não me lembro precisamente do que se falou nessa aula mas deverá ser algo muito semelhante a isto.
Eu tenho (modéstia à parte) uma memória espectacular. E odeio isso. É uma das causas para, por vezes, ser tão antipática e arrogante com determinadas pessoas. "Ah e tal, isso já foi há tanto tempo, ainda te lembras disso?". Lembro pois. Quem me dera a mim não lembrar...
Aqui há uns anos, andava eu no 9º ano, tinha um grupo de três amigas com quem passava a maior parte do tempo fora das aulas. Almoçávamos quase sempre juntas, passávamos horas à conversa. Lembro-me, tão bem como se fosse hoje, que foi nessa altura também que decidimos comprar um maço de Marlboro, só para experimentar (e foi mesmo só experimentar, pelo menos para mim e para mais uma delas). Coisas de adolescentes parvas de 14 anos. Ora, o 9º terminou e terminou também um ciclo e uma delas resolveu mudar de escola. Resumindo a história, é claro que nos afastámos e, na altura, preferimos culpá-la por esse afastamento e não tivémos noção que também tinhamos contribuído um pouco para isso, embora ela não mostrasse interesse por manter a amizade. A mais revoltada com o afastamento (pelo menos, a que demonstrou mais a revolta) fui eu e ao fim de quase um ano lectivo de discussões e mais discussões, tivemos o 'embate final'. Encontrámo-nos por acaso no Rainha D. Leonor, sem trocar uma palavra, e no dia seguinte, ela veio-me provocar. Queria arranjar confusão, queria que eu lhe respondesse aos insultos para que desse pancadaria.
Não sei como, consegui manter o nível (sou muito impulsiva nestas alturas e falo antes de pensar mas dessa vez consegui conter-me). Graças à minha memória espectacular, lembro-me perfeitamente de tudo o que ela me disse, cada insulto, cada provocação. Lembro-me que tremia por todos os cantos e que chorei, chorei, chorei que me fartei (e que a Luna esteve lá para mim, como sempre).
Passaram-se três, quatro anos e eu continuo a lembrar-me disso como se fosse hoje. No Natal passado, encontrei-a na rua, por acaso. Veio-me falar como se nada se passasse. "Ah, e tal tudo bem? Nunca mais disseste nada, temos de pôr a conversa em dia."
Consegui apagar da minha memória os nossos momentos a quatro, daquele 9ºano deprimente. Mas não consegui apagar tudo aquilo que ela me disse naquele dia, por isso pus o meu melhor sorriso das segundas-feiras e encolhi os ombros. Prefiro continuar a ser a anti-social (que assumidamente sou) do que dar-me com pessoas destas.
Assim como preferia que, em certas ocasiões, a minha memória fosse um bocadinho menos espectacular e que eu conseguisse esquecer algumas coisas... Era muito mais feliz, de certeza.

Thursday, November 20

Acabei de ver o resumo do Brasil-Portugal de ontem...

... e nem vou sequer comentar. É melhor ficar caladinha e não pensar mais no assunto.
Daqui a uns tempos, quando o Queiróz deixar de ser seleccionador e escolherem alguém decente, eu sou capaz de voltar a ver os jogos da Selecção. Até lá, tenho coisas melhores para fazer. E mais nada!

Wednesday, November 19

All Star = Love

São um vício caro... mas isso é só um pormenor. Para já, tenho cinco pares but I'm still adding up... :)

Tuesday, November 18

Memory and Humanity

Ando numa de ouvir CD's inteiros, de seguida. A minha última vítima foi o novissímo "Memory and Humanity" dos Funeral For a Friend.
Para começar, adorei a capa. Condiz bem com o título e pronto, a mim tocou-me cá no fundo e coiso... Gostei!
Depois, as músicas: já conhecia os singles, Beneath the Burning Tree e Kicking and Screaming, e tinha gostado de ambos. Ao ouvir as restantes onze músicas descobri que este CD é completamente diferente do último, "Tales Don't Tell Themselves". Para além de não ser conceptual (o anterior seguia toda a história de um pescador lá de não sei de onde que ficava à deriva no meio de mar e tudo o que girava à volta disso), para mim é também um grande passo em frente. Gosto muito (mas muito mesmo) de três das músicas do CD anterior mas este "Memory and Humanity" tem riffs e uma musicalidade no geral mais harmoniosa, completa e pormenorizada que os seus antecessores. (Ya, eu até percebo um bocadinho de música, que isto quase seis anos de piano tinham que servir para alguma coisa! Mas isto é só a minha opiniãozinha e ela vale o que vale, claro.)
A segunda parte do CD (a partir de Building) para mim rebenta com tudo o que eu já tinha ouvido deles (quer dizer, os primeiros CD's ainda não conheço muito, muito bem, mas hei-de lá chegar). Building, Beneath the Burning Tree, Charlie Don't Surf (linda, linda, linda!) e Ghosts são para mim as melhores.
Mas ainda assim, The Sweetest Wave (do "Tales") com o seu toque mais épico, continua lá no topo, com a Into Oblivion. :)

Agora, venham cá, pode ser? Mas primeiro deixem-me arranjar alguém para ir ao concerto comigo, que ir a concertos sozinha não dá com nada, sim?

Monday, November 17

Enjoo e Tumba!

Ontem, passei a tarde (e uma grande parte da noite) mais enjoada que sei lá o quê e com uma dor de cabeça (por culpa da minha miopia parva do olho direito... sim, só vejo mal do olho direito, o que é rídiculo, porque o esquerdo vê que é uma maravilha!) que começava aqui e acabava, à vontade, do outro lado do mundo.
Mas lá fiz o esforço de ver o "Zé Carlos", dos poucos programas de TV que ainda vejo (tirando os que dão no AXN e nos canais Fox... quer dizer, via, que agora ver televisão é mentira!). E no "Zé Carlos" deu isto:


Juro que não percebo que raio de programas é que inventam... "Na Casa do Toy"? WTF?
Só sei que aquele bocadinho em que ele está a fazer o pequeno almoço conseguiu fazer-me vomitar e passou-me o enjoo... a sério. A visão daquela mistela conseguiu o que andar a tarde toda a beber água das pedras (odeioooo) e chá não conseguiram. Que nojo pá!

Saturday, November 15

Relato de uma noite em Alvalade.

Ora, pois, cerca de dois meses e meio depois da última vez (23 de Agosto), fui a Alvalade ver um jogo do Sporting. E a noite resume-se em três palavras:
- Frio;
- Nervos;
- Derrota.
Frases a reter:
"O Hélder Postiga é o Matthew Bellamy do Sporting." (Hehehe! Vá, admito, até são parecidinhos... :P)
"Não sei para que é que o Sporting vai comprar guarda-redes. Não jogam nada, mais vale gastar o dinheiro noutros jogadores melhores!"
(Pois claro, eu também nunca percebi porque é que existem guarda-redes no futebol. Por mim, também vendia o Tiago, o Stojkovic e o outro que para lá anda e só punha o Rui Patrício a jogar de vez em quando... Oh sinceramente. Há gente muito estúpida! Enfim...)

Thursday, November 13

Ta na na, na na...

Eu normalmente detesto as introduções das séries. São muito compridas, ao fim de meia dúzia de episódios já estamos fartos de as ver porque são sempre iguais e, normalmente, até as saltamos quando pudemos porque não servem de muito.
Mas esta está brutalíssima. Conseguiram misturar a rotina matinal de qualquer pessoa com a de um serial killer o que dá um efeito muito giro. Está genial mesmo e a música é linda! Ta na na, na na...

Season 2, here I come! Hehehe :)

Wednesday, November 12

BAH!

Tinha ido parar a Miami. Dei por mim na praia com o Dexter, quais investigadores forenses atrás do Ice Truck Killer. Eu tinha a minha profissão de sonho e andava com o homem perfeito. Era cúmplice da investidas do seu Dark Passenger. Tinha de aturar o Doakes com o seu mau feitio mas pronto, isso era secundário. Até que...TRIMMMMM!
Tocou o despertador e eu acordei para o mundo real. Anda lá Alexandra, que tens que ir trabalhar. Aturar gente tão ou mais apanhada da cabeça que tu. Se queres ir para a faculdade para o ano, tem de ser.
Depois de um sonho daqueles, custou-me muito mais a levantar do que é costume. É o que dá ficar a acabar de ver a season 1 do Dexter até à 1h30 da manhã. BAH!

Tuesday, November 11

Staring Girl

"I once knew a girl
who would just stand there and stare.
At anyone or anything,
she seemed not to care.

She'd stare at the ground,
she'd stare at the sky.
She'd stare at you for hours,
and you'd never know why.

But after winning the local staring contest,
she finally gave her eyes a well-deserved rest."

"The Melancholy Death of Oyster Boy & Other Stories" by Tim Burton

Saturday, November 8

"Day & Age" - Eles estão de volta!

Eu juro. Eu ando a esforçar-me para tentar tornar o blog num espacinho menos fútil; a tentar escrever aqui coisas com mais interesse e menos focadas nos meus hobbies e gostos (que muito boa gente costuma apelidar de esquisitos, nomeadamente em relação à música). Ando mesmo, a sério. Mas é mais forte que eu.
Depois de, na semana passada, "An End Has a Start" ter sido a minha OST de sábado à noite, "Hot Fuss" dos The Killers ("Livra, que a miúda é chata, vai falar destes outra vez!" estão a pensar) ocupou esse lugar hoje. Acho que foi a primeira vez que ouvi o CD inteiro, assim de seguida. Depois de o ouvir, fiquei com curiosidade e fui ao website deles (que está ali na lista de websites de potencial interesse, à direita), ver os videoclips todos que já foram feitos por eles.
Assumidamente, sou uma completa apaixonada pelas letras que o Brandon Flowers escreve, que para mim estão quase para lá da perfeição. Não há outras que me façam reagir da mesma maneira que estas e já vi, através de vídeos do YouTube e de um concerto na MTV2, o impacto que eles têm, como banda, numa performance ao vivo (impacto esse que é enorme). Agora, fiquei também vidrada nos videoclips de
Mr. Brightside e Read My Mind (que pus aqui, porque gosto de videoclips assim: simples e bonitos, como as músicas que representam).

Ora, depois desta 'introdução', aquilo que eu realmente queria dizer: o novo CD está a chegar! Weeeee... "Day & Age" é lançado dia 24 de Novembro e eu mal posso esperar. Assim como mal posso esperar que eles venham a Portugal (já nem digo Lisboa, se quiserem ir tocar ao Porto ou assim, o pessoal não se importa :P). O baixista, Mark Stoermer (um amor de rapaz), já disse que eles gostavam muito de cá vir. Venham, venham! Desde Dream Theater e Avenged Sevenfold que eu não andava tão ansiosa por ver uma banda ao vivo. Palavra de honra, ando completamente viciada e na expectativa por ver uma data ser marcada cá. Até ver, o mais perto é Barcelona, a 21 de Março de 2009.
Se me sair o Euromilhões até lá e não houver data em Portugal, meto-me num aviãozinho e weeeee, lá vou eu... Juro. Convenço uma alminha qualquer a vir comigo e trufas!

Também pus aqui este videoclip porque nele se vê bem uma das razões pelas quais eu digo, com todas as letras que comia o Brandon Flowers à colherzinha (frase que não é minha; a original era relativa ao Quique Flores mas eu fiz uma adaptação...)

Thursday, November 6

"The Holiday"

Não sou muito de comédias românticas. Também vejo assim, de vez em quando, aqueles filmezinhos de 'domingo à tarde' mas prefiro outros géneros. Filmes que me deixem a pensar, que façam um clic cá dentro e que marquem. Aqui há quase dois anos, fui ao cinema no dia de Ano Novo com a minha melhor amiga ver "The Holiday" (tradução: "O Amor Não Tira Férias"). Fomos mais para ocupar o tempo do que propriamente para ver um filme que quiséssemos muito.Adorei o filme. Quando fiz anos, a Diana (lá está) ofereceu-me o DVD e, há dias, estive a rever o filme e gostei ainda mais. Apesar do rótulo de comédia romântica, tem aquela magiazinha que eu não consigo descrever. Não é daqueles filmes da treta, sempre todos iguais, o romancezinho sem história e todos os clichés que parece que é obrigatório pôr nos filmes deste género. Olho para as personagens da Kate Winslet e da Cameron Diaz e é como se eu fosse uma mistura das duas. Daqui a dez anos, vejo-me assim:
(e claro, com a "Mr. Brightside" dos Killers... sempre eles, que desde que ouvi esta música lá em Peredo, em Julho, não há pelo menos um dia em que o meu Zen não a passe.)

Verdade seja dita, não é preciso esperar dez anos. Já faço estas figurinhas agora (mas sem copo de vinho). Era ver-me ontem, secador de cabelo na mão, a cantar altíssimo o "Into Oblivion" dos Funeral For A Friend. Eu já tenho um parafuso a menos e, na semana passada, comprei uma doc station para o Zen... Apanho-me sozinha em casa e tudo somado, dá nisto. Enfim...

Wednesday, November 5

Aquele Querido Mês de Agosto

Há dias, num café qualquer, encontrei um daqueles pacotes de açúcar da Nicola que têm as frases todas começadas por 'Um dia...' (a que diz 'Um dia faço uma tatuagem.' anda na minha carteira há mais de um ano). Nesse pacote, vinha a seguinte:
Ora pois, isto pôs-me a relembrar quando eu fui turista na minha própria cidade. Entre 21 e 26 de Agosto, andei a mostrar os recantos de Lisboa a duas amigas minhas, vindas da Holanda. Jerónimos, Torre de Belém, Castelo, Graça, tudinho... Toda a Lisboa correu a Alexandra, páginas tantas já a misturar inglês com português (já me trocava toda e elas ficavam a olhar para mim, tipo 'Hmm?'). Houve até sítios que descobri pela primeira vez, mesmo eu que sempre vivi aqui e que, vergonhosamente, não conhecia a cidade assim muito bem. De manhãzinha, lá ia eu para os Restauradores, de mapa da cidade na mão, a programar o dia durante a viagem de autocarro.
Hoje, aproveitando um tempinho livre no meu dia de folga, entretive-me a ver as (muitas) fotografias que tirámos nesses dias e cheguei a uma conclusão. Tenho de fazer uma cena destas, no mínimo, uma vez por ano. Iniciar uma política de 'vá pra fora, cá dentro' (frase parva, mas pronto, adequa-se). Quero mais momentos Kodak destes:

(E amanhã vou trabalhar e não me apetece nada. Porra!)

Monday, November 3

Como pôr a Alexandra bem disposta logo de manhã? - Parte I

Chefe: Oh Alexandra, quem é que está de folga amanhã?
Eu: É a Ana.
Chefe: Ah, e a Alexandra vem às onze, como de costume?
Eu: (a pensar que realmente, não me dava jeito nenhum e preferia ir trabalhar das 10h às 19h) Sim.
Chefe: Olhe, então não se importava antes de vir abrir a loja, às 10h?
Eu: E saio às 19h?
Chefe: Sim, sim...

Oh pá, é para já... assim às 19h45 já estou em casa, instaladinha, para ver o meu Sporting passar aos 1/8 de final da Champions. Weeeee...
E pronto. Foi o meu momentinho feliz do dia. Durou foi poucochinho.

Sunday, November 2

"An End Has A Start"

Intercala risos com lágrimas. Momentos em que apetece dançar com momentos em que apetece estar sentada, apenas a sentir a música. Tem a bateria cheia de energia, a guitarra completamente electrizante e o baixo sempre ritmado. Tem o piano, fortíssimo, e a voz grave mas muito tranquilizadora do Tom Smith. Tem aquele acento british que eu acho simplesmente delicioso.

Tem as memórias do concerto de 2 de Abril de 2008.
Tem andado no repeat esta semana, do príncipio ao fim, sempre.
Tem "The Racing Rats" (e a sua semelhança com um 'bailarico de aldeia' :P).

E pronto. Não é preciso mais nada.
P.S. E o
Tom está tãooooo bem neste vídeo.

Se eu não fosse parva...

Se eu fosse um mês seria… Maio ou Julho
Se eu fosse um dia da semana seria… Sexta-feira
Se eu fosse um número seria… 13 ou 21
Se eu fosse uma flor seria… uma margarida
Se eu fosse uma direcção seria… norte
Se eu fosse um móvel seria… uma estante
Se eu fosse um líquido seria... água
Se eu fosse um pecado seria… inveja
Se eu fosse uma pedra seria… diamante
Se eu fosse um metal seria… prata
Se eu fosse uma árvore seria… uma sequóia
Se eu fosse uma fruta seria… uma cereja
Se eu fosse um clima seria… frio
Se eu fosse uma cidade seria... Lisboa

Se eu fosse um instrumento musical seria... um piano ou uma guitarra
Se eu fosse um elemento seria… fogo
Se eu fosse uma cor seria… verde (Óbvio!)
Se eu fosse um animal seria… um panda
Se eu fosse um som seria… o som da chuva a cair
Se eu fosse uma canção seria… All These Things That I've Done - The Killers
Se eu fosse um perfume seria... One da Calvin Klein
Se eu fosse um sentimento seria… medo
Se eu fosse um livro seria… Dearly Devoted Dexter de Jeff Lindsay

Se eu fosse uma comida seria… Lasanha
Se eu fosse um cheiro seria... lavanda
Se eu fosse uma palavra seria... montanha-russa
Se eu fosse um verbo seria… sentir
Se eu fosse um objecto seria… uma aparelhagem
Se eu fosse uma peça de roupa seria… jeans ou t-shirts
Se eu fosse uma parte do corpo seria... o pescoço
Se eu fosse uma expressão seria... "I need direction to perfection..."
Se eu fosse um desenho animado seria… a Minnie
Se eu fosse um filme seria… Elizabethtown
Se eu fosse uma forma seria… um círculo
Se eu fosse uma estação seria... Primavera
Se eu fosse uma frase seria… "Um dia nunca mais digo um dia."

Thursday, October 30

Ah! Já agora, por falar em futebol...

Não estou a virar para o Benfica.
Desde os cinco anos que sou do Sporting e isso não vai mudar, por mais que eu mude ou que o tempo passe.
Podes estar descansado, bU! Continuo a apoiar o melhor clube do mundo.
Apenas estava distraída no domingo. Acontece. Acho que preciso de ir ao estádio ver um jogo, que já não vou lá há uns meses e isso está-me a fazer falta. É só isso.
Contenham lá aí os foguetes, alminhas invejosas benfiquistas. Já sou mázinha o suficiente, não vou ficar ainda pior. Espero eu... Aí é que me mandava da ponte abaixo. Já faltou mais.

Paulo Bento vs. Vukcevic (e outros que tais)

Caros amigos da Comunicação Social (vertente futebolística)
Façam um favorzinho a todos os Sportinguistas, como eu, e deixem-se de merdas, sim? É que, muito sinceramente, esse alvo que puseram no peito do Paulo Bento, já começa a irritar. Eu não digo que ele seja o melhor treinador português (claro, porque não o é) nem que as escolhas dele são sempre certas. Eu também nunca percebi porque é que ele deixou de convocar o Vukcevic e porque é que ele insistia em alternar o Ronny com o Grimi (é que só um cego não vê que o Ronny não é jogador para o Sporting... quer dizer, não é para o Sporting nem para lado nenhum, credo!)
Mas lá por não ter percebido essas opções, não só não ando para aí a inventar discórdias dentro do balneário nem a perguntar-lhe cinquenta vezes as mesmas coisas. É que imagino que deva cansar ter de ouvir todos os dias "Porque é que o Vukcevic não é titular?" ou "Porque é que o Miguel Veloso não foi convocado?" e mariquices do género.
A mim, e acho que falo por todos os Sportinguistas, o que me interessa é que eles ganhem os jogos da Liga, da Taça de Portugal e da Champions. Agora quem é que joga, não me interessa minimamente, se é o A, o B ou o Zé Carlos ali da esquina... desde que ganhem, por mim, tudo bem.
Por isso, amiguinhos dos jornais desportivos e outros do género, deixem de inventar coisas, sim? É que já não há paciência...

Wednesday, October 29

Ando a pairar cinco centímetros acima do chão...

Mas não é porque estou assolapada pela felicidade de muitos que me rodeiam. É mais porque não sei muito bem o que é que ando para aqui a fazer. Outra vez.

Monday, October 27

"Live in the LBC" - The Review

Ora bem, sensivelmente um mês depois de ter visto o "Live in the LBC" pela primeira vez (e a cerca de metade do prazo para me chegar às mãos o CD/DVD em condições decentes), acho que posso dizer que já vi o dito concerto do princípio ao fim vezes suficientes para puder fazer um comentário justo (Se o tivesse feito de imediato, só iria dizer coisas tipo "Aí, tão giroooo!" e por aí, o que, convenhamos, não seria muito imparcial...).
Portanto, começando pelo príncipio, o alinhamento foi muito bem escolhido, alternando as músicas mais conhecidas do mais recente CD, com os indispensáveis old school do Waking the Fallen e as (ainda maiores) obras-primas que levaram ao sucesso do City of Evil. E a cover da Walk dos Pantera está, simplesmente, de génio (e a versão gravada que vem no Diamonds in the Rough prova isso mesmo). Na minha modesta opinião pessoal, fizeram lá falta assim umas quantas músicas (mas eu também sou muito suspeita, porque pagava o que fosse preciso para ouvir Trashed and Scattered, I Won't See You Tonight Part I e Strenght of the World serem tocadas ao vivo... entre outras).
Seguindo em frente, depois vem a realização, que ficou a cargo de Rafa Alcantara, o mesmo que tinha dirigido o All Excess (documentário que eu, obviamente, tenho, uma vez que comprei o último exemplar que havia à venda em Portugal e que teve de vir de Viana do Castelo.. enfim. Sou apanhada da cabeça, but what else is new?). Não sendo uma realização perfeita, também não é qualquer porcaria dessas que se vê aí hoje em dia, uma vez que chama a atenção para todos os membros da banda quase de igual modo. CLARO que o Shadows e o meu Synyster têm mais destaque mas isso já era de esperar. Hehehe.
Para além destes dois pontos, que serão os mais importantes talvez, há que apontar a voz e afinação perfeitas do M. Shadows (mesmo, mesmo perfeitas, que se bem me apercebi, ele só falhou uma nota a meio da Gunslinger), a certeza e o à-vontade com que eles estiveram a tocar ao longo dos quase 80 minutos e a impecabilidade dos solos de guitarra (totalmente flawless, mas o meu Synyster não faz a coisa por menos). Ah! E deve-se também apontar que, no início da Seize The Day (música mais linda!), prova-se o porquê de todos os membros cantarem em quase todas as músicas (ainda que só backing vocals) menos o Johnny Christ, que tá sempre caladinho. Deixa-te estar assim que é melhor, sim querido? Que a Seize The Day é muito bonita, não precisa que tu cantes o início para estragares aquilo tudo, está bem? Obrigada :)
E para todos aqueles que dizem que eles mudaram o estilo de música desde que o M. Shadows teve de ser operado às cordas vocais, porque ele já não consegue gritar, epá deixem de dizer disparates e vejam o concerto, que logo percebem quem é que consegue gritar e quem é que não consegue... Pfft!

Ontem

... dei por mim a gritar "Golo!" quando o Suazo cabeceou e a bola entrou na baliza da Naval (mas não contou porque ele estava fora-de-jogo).
Oh meu Deus!!

Saturday, October 25

Acabaram de me perguntar "Então, tiveste um dia divertido?" e eu não soube bem o que responder (até porque não é coisa que me costumem perguntar).
Acho que diria mais que foi um dia de emoções. Boas. Mas que apesar de tudo me deixaram aqui um aperto gigantesco que não desaparece nem por nada.
Vou dormir, a ver se passa...

Tuesday, October 21

Fits my mood

It's bugging me, grating me
And twisting me around
Yeah, I'm endlessly caving in
And turning inside out


'Cause I want it now
I want it now
Give me your heart and your soul
And I'm breaking out
I'm breaking out
Last chance to lose control

Yeah it's holding me, morphing me
And forcing me to strive
To be endlessly cold within
And dreaming I'm alive

'Cause I want it now
I want it now
Give me your heart and your soul
I'm not breaking down
I'm breaking out
Last chance to lose control

And I want you now
I want you now
I feel my heart implode
And I'm breaking out
Escaping now
Feeling my faith erode

Muse (who else?) - 'Hysteria' - Absolution - 2003

Monday, October 20

Ainda assim,

... encontrei isto. Eu já sabia que eles eram GRANDES, mas conseguiram surpreender-me. Fiquei com um sorriso assim -> :)

Sou como o Garfield

Odeio segundas-feiras.
E acho que o cartoon diz tudo.

Friday, October 17

18 anos em 7 músicas

Como toda a gente que me conhece sabe e quem lê aqui o meu espacinho já pôde perceber (especialmente neste, neste, neste e neste post), eu não vivo sem música. É uma imperfeição minha, uma falha irreparável que tenho. Ao ver os posts do David (em Morning Theft) e do Bruno (em The Live Parrot), fiquei inspirada e deu-me para fazer o mesmo, ou seja, escolher sete músicas que tenham marcado a minha vida.
Ora, 18 anos não é muito tempo (pelo menos em comparação com eles cuja idade ronda os quê? Trinta?) mas já me deu para ter, à vontade para aí cinquenta músicas, ou mais, que ficaram cá dentro. Dessas todas, consegui escolher sete, talvez as mais marcantes. Portanto, aqui vai:
Lá longe em 1996, tinha eu cinco, seis anos e andava toda gente com a mania das Spice Girls e tal e coisa (e eu também, confesso), o meu irmão, que nessa altura andava pelos 18 anos, comprou um CD chamado 'Tragic Kingdom', de onde tinha sido extraído o single Don't Speak que andava por tudo o quanto era top e que eu passei semanas e semanas a ouvir. E que cá ficou e, quando volto atrás, é sempre a primeira música que me vem à cabeça (e ainda hoje a sei de trás para a frente).


Anos depois, fui finalmente ao meu primeiro concerto. Em 2004, no Coliseu de Lisboa. Para ver quem? Aha, os Da Weasel! Sim, meus amigos, gosto de hip-hop. Mas só Da Weasel e nem todas as músicas (não se pode ser perfeita). E A Essência (Vem Sentir), marcou. Assim como aquele concerto também marcou (e aqui fica o videoclip, do velhinho Sol Música).

Vá, antes que comecem a entrar em pânico, passemos à próxima. No ano seguinte, 2005, acordei para a vida. Ou melhor, para a música, que para a vida só viria a acordar uns anos mais tarde. Apresentaram-me ao punk, ao metal, ao screamo, ao hardcore, ao alternativo e afins. Apresentaram-me a From First to Last.

Até Setembro de 2006, apesar de ter melhorado ligeiramente a qualidade da música que ouvia, eu era um desastre. Felizmente, os Dream Theater lançaram um CD/DVD do concerto comemorativo dos 20 anos da banda e que o meu irmão (ele, mais uma vez ele), como grande fanático, comprou e fez questão que eu ouvisse. Ora, já tinha ouvido Dream Theater antes e ouvia assim de vez em quando mas foi a partir daqui, a partir desta música (que até é das mais comerciais e simplezinhas deles), que acordei verdadeiramente, para o género fabuloso que é o Rock Progressivo. Como que passei do 8 para o 80 e comecei MESMO a ouvir a dita música de jeito. E começou aí a Era Petrucci (ia eu fazer dezasseis anos).

Ainda nesse ano (2006 foi muito bom neste aspecto), a 26 de Outubro, fui ao Campo Pequeno e três certos senhores, chamados Matthew Bellamy, Christopher Wolstenholm e Dominic Howard, tocaram a música que tinha andado o Verão todo na minha cabeça (top 3 das melhores noites da minha vida). Tocaram a minha Starlight.

Mais ou menos nessa altura, comecei também a ouvir Rhizome e, inevitavelmente, a Free tinha de figurar nesta lista. Podem até vir a mudar de nome mais trinta vezes e escrever cem músicas novas... esta será sempre diferente.

No já longínquo 2005, tinha ouvido Avenged Sevenfold mas não tinha ligado muito (eu não disse que ainda era um desastre?). No princípio deste ano, o rapaz por quem andava perdida de amores na altura vai de me dizer “olha que tu tens ar de quem gosta disto” numa aula de Laboratório e vai de me espetar com A Little Piece of Heaven. Palavras para quê? À mestria inegável do Petrucci veio juntar-se um outro rapazinho que diz que toca guitarra muito bem. Começou assim a Era Synyster Gates (e não me parece que vá acabar alguma vez, que a minha paixão pelo homem é uma coisa quase doentia).

E finalmente, em Abril, a voz dos (actuais) Mr. Smith, cantou em acústico All These Things that I’ve Done, uma masterpiece do Brandon Flowers, no Arcaz, algures em Santa Apolónia. E a minha vida nunca mais foi igual desde então (mesmo!).

Também podia ter posto aqui músicas como Ghost of Navigator ou Fear of the Dark dos Iron Maiden, All These Things I Hate dos Bullet For My Valentine, An End Has a Start dos Editors, Mr. Brightside dos The Killers e muitas, muitas mais. Mas acho que estas sete (lá está, a minha mania com o números ímpares) descrevem bem os meus 18 anos. :)
(Demorei duas horas e meia a escrever isto, mas valeu a pena!)