Saturday, November 29

(Algumas) Coisas que não me hei-de esquecer, por mais anos que viva

- Quando, ao fim de seis meses de espera e de o meu irmão me ter prometido que me levava, recebi um e-mail a anunciar o concerto que os Dream Theater iam dar em Portugal, a 20 de Junho de 2007, no Coliseu do Porto;
- O dito concerto e o momento em que, cá de cima, vi o John Petrucci entrar em palco;
- Quando fui fazer a minha primeira tatuagem, a 18 de Out. de 2007, e o tatuador me disse "Vou só fazer um traço para veres como é." e fez e eu fiquei naquela "WTF? É só isto? Então pode fazer o resto." e, cinco minutos mais tarde, vi o desenho que ficou perto do meu pulso esquerdo, para sempre;
- Quando eu e a Diana cantámos para a TVI, para aquele programa ranhoso do "Casamento de Sonho";
- O jogo Sporting-Newcastle, em que estivemos a perder por 1-0 até aos 72 min e, por volta dos 80min, o Beto marca aquele golo, num livre à entrada da área, que nos garantia a passagem às meias-finais (e que fez com que o meu irmão até me pegasse ao colo e tudo!);
- Quando ia a descer as escadas da casa da família da Diana, em Peredo, e, estando já nos dois últimos degraus, disse "Porra, papagaio!" (private joke) e me espalhei escadas abaixo e torci o pé esquerdo e doeu-me como o raio;
- Quando fui ver o "Charlie and The Chocolate's Factory" ao cinema com uma das minhas primas da Suécia e o namorado, o meu irmão, o melhor amigo dele e a namorada e, lá numa das cenas em que mostram a casa do Charlie Pipa, o meu irmão se virar para o Bruno e dizer "Meu, parece a tua casa." e eles partirem-se a rir os dois, descontroladamente;
- A primeira vez que consegui tocar o "Für Elise" do Beethoven do príncipio ao fim, sem me enganar numa única nota;
- O golo fabuloso do Caneira contra o Inter, na Champions, na baliza mesmo a minha frente;
- As noites de snooker no Algarve, com a Luna;
- Quando, ao ver pela milionésima vez um episódio do CSI: Las Vegas (série favorita), pensei "Epá, é mesmo isto!" e decidi que queria ser criminalista;
- A primeira vez que andei de avião, aos 9 anos;
- A série "Friends", da qual vi TODOS os episódios, sem excepção;
- O primeiro beijo (infelizmente, porque toda a situação foi tão rídicula, que mais valia esquecer);
- O quão aliviada me senti depois de sair do exame de Matemática do 12ºano;
- O jogo Sporting-Manchester United, visto em Alvalade, e o momento em que o Cristiano Ronaldo marcou o golo que viria a ditar a nossa derrota e pediu desculpa;
- A primeira noite no Bairro Alto;
- O primeiro shot triplo de tequilla, bebido de penalty, com o Nuno e a Laura no Hennessy's, no Cais de Sodré;
- Quando, naquela aula de Biologia no Laboratório, o Carlos me disse "Tens ar de gostar disto, ouve lá..." e me mostrou "A Little Piece of Heaven" dos Avenged;
- A noite de 2 para 3 de Agosto de 2008, naquela varanda, e o nascer do sol do dia 3;
- Quando vi o "Lord of the Rings - The Fellowship of the Ring" pela primeira vez;
- Quando, aos quatro anos, levei com uma bola de futebol nas costas no recreio e cai para a frente (já na altura era magrinha) e abri o queixo (e fiquei com uma cicatriz LINDA! :S);
- Quando o David (a.K.a
Morning Theft) cantou a "All These Things That I've Done" dos Killers, em acústico, a menos de três metros de mim, num cafézinho minúsculo lá para Santa Apolónia ou lá o que era;
- No jantar dos meus 17 anos, quando o empregado do restaurante me pôs à frente um bolo de aniversário, onde o desenho era o Miguel Veloso (sim, o do Sporting!) vestido de Noddy e o meu irmão me disse "Aha, agora já podes dizer que comeste o Miguel Veloso!";
- O momento em que os Muse tocaram a "Starlight", naquele concerto perfeito no Campo Pequeno;
- A música do genérico do "Dragon Ball GT" ('GT, Dragon Ball GT guerreiro, herói, serás sempre o primeirooooo...');
- O momento em que, no SBSR deste ano, o Synyster Gates disse 'Obrigado' e eu ia a gritar, como as outras histéricas todas que lá estavam, e não consegui;
- A vista do topo do Elevador de Santa Justa e a liberdade que senti quando lá estive, este Verão;
- A letra e a versão acústica da música "Lado Lunar" do Rui Veloso;
- O sabor de uns Chupa-Chupas que havia na cantina da minha escola quando eu andava no 2ºano e que se chamavam "Arco-Íris";
- Quando, mesmo apesar de já saber que eles se iam separar, o meu pai veio falar comigo antes de sair de casa;
- Aquela manhã (aliás, esse dia inteiro) em que o meu irmão me veio acordar e disse que a minha avó tinha ido para o hospital;
- O Sporting-Benfica da Taça de Portugal no ano passado, em que ao intervalo estávamos a perder por 0-2 (e perguntei ao meu pai se podíamos ir para casa) e acabámos por ganhar, 5-2 ou 5-3;
- Os jogos de Pictionary em casa do Gonçalo, comigo a desenhar uma cela de uma prisão e ele começa a tentar adivinhar: "Quadrado. Tijolo. Azulejo. Xaaaaadrez!" (juro que isto ao vivo teve mesmo muita piada);
- O dia 26 de Agosto de 2008;
- Os últimos três minutos da música "I Won't See You Tonight Part I" dos Avenged Sevenfold;
- A primeira vez que ouvi The Allstar Project, sentadinha nos mesmos degraus donde me viria a espalhar dias mais tarde, cheia de frio apesar de ser fins de Julho/princípios de Agosto, e pensei "Epá, estes gajos não existem...";
- A guitarra do Synyster Gates na "Strenght of the World";
- ...

Thursday, November 27

David Fonseca - Live @ FNAC Colombo (com direito a autógrafo, fotografia E BEIJINHOS! AHA! :P)

Tenho o coração a mil. Palavra que sim. Eu já gostava (e MUITO!) do David Fonseca mas depois de esta noite, fiquei a gostar ainda mais. Uma simpatia de pessoa, muito descontraído, acessivel e, acima de tudo, muito simples. O concerto foi curto, para aí 15 minutos, mas valeu mais ainda pelo DVD que eu trouxe para casa (confesso, não resisti. Havia uma edição especial com direito a pins e tudo...), autografado, as fotografias que eu e a Diana tirámos com ele e, ora roam-se lá de inveja, os cerca de 3 minutos que tivemos a conversar com ele, que ele nos tratou como se nos conhecesse desde sempre e, maravilha das maravilhas, "Olá, tás boa?" e espeta-me com dois beijinhos.
Não ponho aqui a nossa fotografia a 3 porque ela está, verdade seja dita, o medo em formato digital.
O meu coraçãozinho está a mil e eu estou feliz, Feliz, FELIZ! (E não, por mais estranho que pareça, a minha felicidade não tem nada que ver com a derrota do Benfas. Ahahahahah :P)
O vídeo, em baixo, é a parte que ele cantou da "Superstars II". Por favor, ignorem o cabeçudo do homem que se foi pôr mesmo à frente e que fez com que eu tivesse de levantar o braço quase até ao tecto.
Ah, e ignorem também a voz medonha que se houve a cantar por cima da do David. :$

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"We're just like Superstars..." :)

P.S. Se eu amanhã tiver com umas olheiras medonhas até ao chão é porque é quase meia-noite e eu ainda me vou pôr a ver o concerto. :P

Wednesday, November 26

"Yo, Zacky... we're gonna wrap this s*** up, uh?"

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Passei o dia todo a cantarolar esta. Porquê? Porque amanhã, para além de ir ver o David Fonseca, (hehehe), também vou buscar o meu exemplar de Live in the LBC/Diamonds in the Rough. :) (Aos 2.48, há um momento Synyster Gates, que me deixou a suspirar quando vi isto a primeira vez. :$)

E VIVA O SPORTING, que hoje vai ganhar ao Barcelona!!! (ahahah, nem eu acredito muito nisto, mas há que ter fé :P) E claro que eu não podia faltar a um jogo histórico destes, mesmo com o frio horrível que está em Lisboa hoje.

Tuesday, November 25

Comecei a ouvir o "Day & Age" há coisa de dez minutos.

Cheguei à terceira música e fiquei com umas trombas até ao CHÃO! A voz da Spaceman NÃO pode ser do Brandon Flowers. Não pode pá! :(
Agora fiquei desmoralizada. Pode ser que amanhã me apeteça ouvir o resto... BAH!

Monday, November 24

Friendship

"If I turn into another, dig me up from under what is covering the better part of me."
Incubus - 'Dig' - Light Grenades - 2006

Se aqui há quatro anos, quando me comecei a tornar numa anti-social de primeira apanha, que não fala com ninguém, detesta gente com a mania e não consegue sorrir só 'porque sim' e 'porque fica bem', me dissessem que o meu círculo de amigos mais próximos seria o que é hoje, eu começava-me a rir. Sério. Vejamos:
A minha melhor amiga e confidente e tudo o mais é da minha idade. Já a conheço, ainda que só de vista, desde os meus 4, 5 anos. No sétimo ano andámos à estalada e ao pontapé (ainda que ela não se lembre) e eu detestava-a. Agora, venham me cá perguntar se eu consigo sequer imaginar estar sem ela... Não, não consigo. Eu sei que já disse aqui, várias vezes, que detesto Emos. Ora, foi ela que me impediu de me tornar numa Emo, tinha eu 15 anos e um vazio ainda maior na cabeça do que tenho agora. E se sou assim, hoje, um bocado GIGANTE é devido a ela.
Uma das minhas melhores amigas tem 32 anos, é casada e tem um filho com cinco. Diferença de idades de 15 anos? Quase que não se nota, garanto-vos. Trabalho com ela todos os dias, de manhã à noite e mesmo quando, no Verão, deixámos de trabalhar juntas, não havia fim-de-semana que não almoçássemos as duas. É ela que me puxa de volta à Terra quando me ponho a sonhar alto demais (coisa que acontece muito frequentemente) e é ela que atura o meu mau (péssimo, terrível, insuportável) feitio todos os dias, todo o santo dia. Gabo-lhe a paciência.
Outra das minhas melhores amigas vive na Holanda, a 2000 e tal kms de distância de mim. Vi-a uma vez, este Verão. Há semanas que não falamos, mas isso não afecta nada a nossa proximidade (nunca afectou).
Por fim, tenho uma rapariga que mora no mesmo andar que eu, no mesmo prédio que eu, a nove degraus de distância. :)
Fora os meus "quatro elementos" essenciais, tenho mais meia dúzia de pessoas em quem confio plenamente para me darem um par de estalos e gritarem-me "Acorda!!!" quando for preciso, quando eu me armo em parva, quando tento ser algo que não sou só para me integrar (que já aconteceu), quando me apetece chegar ali à Expo e mandar-me da Vasco da Gama abaixo, quando não quero sair e me arrastam. Que me apoiam em tudo, ainda que achem que eu estou a cometer a maior parvoíce do mundo (por ex. faculdade). Que quando eu caio (e caio muitas vezes) e me espatifo toda, juntam-se e colam os meus bocadinhos todos back in place, para que me possa levantar outra vez.

Das pessoas que eu julgava serem importantes para mim há dois, três anos atrás, há para aí três que se mantêm. Custou-me a aceitar isso? Custou. Imenso. Horrores. Preocupo-me com isso agora? Not even a tiny little bit... Estou optimamente bem com as pessoas de quem mais gosto, sejam amizades recentes ou antigas ou apenas 'conhecidos', e às outras já não lhes dou a importância que dava. E isso chega-me. :)

(Anda-me a dar para vir para aqui filosofar sobre estas coisas que não interessam a ninguém. E para pôr partes de letras de músicas antes dos textos também. Enfim...)

Sunday, November 23

Para além de "Day & Age", também o DVD do David Fonseca é lançado amanhã! :)

Assumo: estou completamente apaixonada por este homem!
E na quinta-feira ele vai à FNAC do Colombo apresentar o DVD. E quem é a alminha que vai sair do emprego às 20h e ir para lá a correr? Quem é que vai atravessar metade das estações de metro da cidade sozinha para chegar lá antes das 21h30? Eu! Porque nunca vi o David Fonseca ao vivo (vergonha, vergonha, vergonha!) e desta é que é. :)

E o DVD só não vem direitinho para a minha casinha, porque, pronto, enfim...
"
I came in here just for the music
For all the things that it makes me feel
I came to exorcise my demons
To bury those days when only pain was real


Treat me right
My dreams will come true tonight
Come with me
Set me free
We'll be alright

I should have met you in the 80's
Back when I was the dance floor queen
Maybe you think that I'm too old for dancing
You should have met when I was sixteen

Dance! You know what I mean
Dance! Like you were sixteen
Hey! Hey! Hey!
(...)
I should have met you in the 80's
Back when I was the dance floor queen
Maybe you think that I'm too old for dancing
You should have met me, I should have kissed you

I should have kissed you in the 80's
Back when I was young and free
Maybe you think that I'm too old for loving
Tonight I'll make you love me"



Esta música faz-me sentir como se tivesse ligada à corrente. :)

Domingo, domingo...

Hoje foi o meu último domingo livre até 2009 (ena, até parece que falta muito tempo ainda :P). Mas é verdade: a partir de agora vou estar a trabalhar todos os domingos (ainda que só de tarde) e só vou ter um dia livre por semana. Trabalhar numa loja de rua no período de Natal, é o que dá. Então decidi aproveitar este meu último dia de liberdade para recuperar uma das coisas que mais gosto de fazer e que, por preguiça e falta de tempo, desde Julho que não fazia: tocar piano.
Tinha um medo horrível que não conseguir tocar como antes, por ter estado tanto tempo parada. Mas consegui! E fiquei com um sorriso do tamanho do MUNDO! E ao fim de uma hora a relembrar, consegui ainda aprender início de uma das músicas mais bonitas dos Dream Theater. All by myself! :)
Eu sei que para quem está de fora, isto não parece nenhum feito histórico, nem nada que se assemelhe, mas para mim é. Um GRANDE feito.
Weeeee.... :)

Saturday, November 22

Adoro árvores de Natal!

E hoje fui ver a Árvore Zon, que está no Parque Eduardo VII, ser acesa pela primeira vez. Vi o fogo de artíficio bem de perto e as luzes da árvore, lindas, lindas, lindas. O meu espírito natalício atacou em força... :)(Tirei fotografias e filmei com o telemóvel mas a câmara não é grande coisa, por isso a qualidade é quase nenhuma:S)

Friday, November 21

Memória

"She said - Don't, don't let it go to your head (...)"
Taking Back Sunday - "You're So Last Summer" - Tell All Your Friends - 2002

No ano passado, apesar de estar no agrupamento de Ciências e Tecnologias e só os de Ciências Sociais e Humanas terem a disciplina de Psicologia, consegui ir assistir a algumas aulas, já que o horário era compatível. Um dos conceitos que me lembro melhor de explorar foi a Memória, algo que sempre me despertou, e ainda desperta, imensa curiosidade. Ora, a Memória pode ser dividida em três vertentes: sensorial, a curto prazo e a longo prazo. A Memória sensorial dura entre 200 e 500 milisegundos e, após este tempo, o objecto é completamente esquecido. A Memória a curto prazo dura algumas horas e deixa certos traços ao fim desse tempo. Por fim, a Memória a longo prazo pode durar meses, anos e/ou até uma vida inteira.
Poderão não ser estas as definições exactas uma vez que já não me lembro precisamente do que se falou nessa aula mas deverá ser algo muito semelhante a isto.
Eu tenho (modéstia à parte) uma memória espectacular. E odeio isso. É uma das causas para, por vezes, ser tão antipática e arrogante com determinadas pessoas. "Ah e tal, isso já foi há tanto tempo, ainda te lembras disso?". Lembro pois. Quem me dera a mim não lembrar...
Aqui há uns anos, andava eu no 9º ano, tinha um grupo de três amigas com quem passava a maior parte do tempo fora das aulas. Almoçávamos quase sempre juntas, passávamos horas à conversa. Lembro-me, tão bem como se fosse hoje, que foi nessa altura também que decidimos comprar um maço de Marlboro, só para experimentar (e foi mesmo só experimentar, pelo menos para mim e para mais uma delas). Coisas de adolescentes parvas de 14 anos. Ora, o 9º terminou e terminou também um ciclo e uma delas resolveu mudar de escola. Resumindo a história, é claro que nos afastámos e, na altura, preferimos culpá-la por esse afastamento e não tivémos noção que também tinhamos contribuído um pouco para isso, embora ela não mostrasse interesse por manter a amizade. A mais revoltada com o afastamento (pelo menos, a que demonstrou mais a revolta) fui eu e ao fim de quase um ano lectivo de discussões e mais discussões, tivemos o 'embate final'. Encontrámo-nos por acaso no Rainha D. Leonor, sem trocar uma palavra, e no dia seguinte, ela veio-me provocar. Queria arranjar confusão, queria que eu lhe respondesse aos insultos para que desse pancadaria.
Não sei como, consegui manter o nível (sou muito impulsiva nestas alturas e falo antes de pensar mas dessa vez consegui conter-me). Graças à minha memória espectacular, lembro-me perfeitamente de tudo o que ela me disse, cada insulto, cada provocação. Lembro-me que tremia por todos os cantos e que chorei, chorei, chorei que me fartei (e que a Luna esteve lá para mim, como sempre).
Passaram-se três, quatro anos e eu continuo a lembrar-me disso como se fosse hoje. No Natal passado, encontrei-a na rua, por acaso. Veio-me falar como se nada se passasse. "Ah, e tal tudo bem? Nunca mais disseste nada, temos de pôr a conversa em dia."
Consegui apagar da minha memória os nossos momentos a quatro, daquele 9ºano deprimente. Mas não consegui apagar tudo aquilo que ela me disse naquele dia, por isso pus o meu melhor sorriso das segundas-feiras e encolhi os ombros. Prefiro continuar a ser a anti-social (que assumidamente sou) do que dar-me com pessoas destas.
Assim como preferia que, em certas ocasiões, a minha memória fosse um bocadinho menos espectacular e que eu conseguisse esquecer algumas coisas... Era muito mais feliz, de certeza.

Thursday, November 20

Acabei de ver o resumo do Brasil-Portugal de ontem...

... e nem vou sequer comentar. É melhor ficar caladinha e não pensar mais no assunto.
Daqui a uns tempos, quando o Queiróz deixar de ser seleccionador e escolherem alguém decente, eu sou capaz de voltar a ver os jogos da Selecção. Até lá, tenho coisas melhores para fazer. E mais nada!

Wednesday, November 19

All Star = Love

São um vício caro... mas isso é só um pormenor. Para já, tenho cinco pares but I'm still adding up... :)

Tuesday, November 18

Memory and Humanity

Ando numa de ouvir CD's inteiros, de seguida. A minha última vítima foi o novissímo "Memory and Humanity" dos Funeral For a Friend.
Para começar, adorei a capa. Condiz bem com o título e pronto, a mim tocou-me cá no fundo e coiso... Gostei!
Depois, as músicas: já conhecia os singles, Beneath the Burning Tree e Kicking and Screaming, e tinha gostado de ambos. Ao ouvir as restantes onze músicas descobri que este CD é completamente diferente do último, "Tales Don't Tell Themselves". Para além de não ser conceptual (o anterior seguia toda a história de um pescador lá de não sei de onde que ficava à deriva no meio de mar e tudo o que girava à volta disso), para mim é também um grande passo em frente. Gosto muito (mas muito mesmo) de três das músicas do CD anterior mas este "Memory and Humanity" tem riffs e uma musicalidade no geral mais harmoniosa, completa e pormenorizada que os seus antecessores. (Ya, eu até percebo um bocadinho de música, que isto quase seis anos de piano tinham que servir para alguma coisa! Mas isto é só a minha opiniãozinha e ela vale o que vale, claro.)
A segunda parte do CD (a partir de Building) para mim rebenta com tudo o que eu já tinha ouvido deles (quer dizer, os primeiros CD's ainda não conheço muito, muito bem, mas hei-de lá chegar). Building, Beneath the Burning Tree, Charlie Don't Surf (linda, linda, linda!) e Ghosts são para mim as melhores.
Mas ainda assim, The Sweetest Wave (do "Tales") com o seu toque mais épico, continua lá no topo, com a Into Oblivion. :)

Agora, venham cá, pode ser? Mas primeiro deixem-me arranjar alguém para ir ao concerto comigo, que ir a concertos sozinha não dá com nada, sim?

Monday, November 17

Enjoo e Tumba!

Ontem, passei a tarde (e uma grande parte da noite) mais enjoada que sei lá o quê e com uma dor de cabeça (por culpa da minha miopia parva do olho direito... sim, só vejo mal do olho direito, o que é rídiculo, porque o esquerdo vê que é uma maravilha!) que começava aqui e acabava, à vontade, do outro lado do mundo.
Mas lá fiz o esforço de ver o "Zé Carlos", dos poucos programas de TV que ainda vejo (tirando os que dão no AXN e nos canais Fox... quer dizer, via, que agora ver televisão é mentira!). E no "Zé Carlos" deu isto:


Juro que não percebo que raio de programas é que inventam... "Na Casa do Toy"? WTF?
Só sei que aquele bocadinho em que ele está a fazer o pequeno almoço conseguiu fazer-me vomitar e passou-me o enjoo... a sério. A visão daquela mistela conseguiu o que andar a tarde toda a beber água das pedras (odeioooo) e chá não conseguiram. Que nojo pá!

Saturday, November 15

Relato de uma noite em Alvalade.

Ora, pois, cerca de dois meses e meio depois da última vez (23 de Agosto), fui a Alvalade ver um jogo do Sporting. E a noite resume-se em três palavras:
- Frio;
- Nervos;
- Derrota.
Frases a reter:
"O Hélder Postiga é o Matthew Bellamy do Sporting." (Hehehe! Vá, admito, até são parecidinhos... :P)
"Não sei para que é que o Sporting vai comprar guarda-redes. Não jogam nada, mais vale gastar o dinheiro noutros jogadores melhores!"
(Pois claro, eu também nunca percebi porque é que existem guarda-redes no futebol. Por mim, também vendia o Tiago, o Stojkovic e o outro que para lá anda e só punha o Rui Patrício a jogar de vez em quando... Oh sinceramente. Há gente muito estúpida! Enfim...)

Thursday, November 13

Ta na na, na na...

Eu normalmente detesto as introduções das séries. São muito compridas, ao fim de meia dúzia de episódios já estamos fartos de as ver porque são sempre iguais e, normalmente, até as saltamos quando pudemos porque não servem de muito.
Mas esta está brutalíssima. Conseguiram misturar a rotina matinal de qualquer pessoa com a de um serial killer o que dá um efeito muito giro. Está genial mesmo e a música é linda! Ta na na, na na...

Season 2, here I come! Hehehe :)

Wednesday, November 12

BAH!

Tinha ido parar a Miami. Dei por mim na praia com o Dexter, quais investigadores forenses atrás do Ice Truck Killer. Eu tinha a minha profissão de sonho e andava com o homem perfeito. Era cúmplice da investidas do seu Dark Passenger. Tinha de aturar o Doakes com o seu mau feitio mas pronto, isso era secundário. Até que...TRIMMMMM!
Tocou o despertador e eu acordei para o mundo real. Anda lá Alexandra, que tens que ir trabalhar. Aturar gente tão ou mais apanhada da cabeça que tu. Se queres ir para a faculdade para o ano, tem de ser.
Depois de um sonho daqueles, custou-me muito mais a levantar do que é costume. É o que dá ficar a acabar de ver a season 1 do Dexter até à 1h30 da manhã. BAH!

Tuesday, November 11

Staring Girl

"I once knew a girl
who would just stand there and stare.
At anyone or anything,
she seemed not to care.

She'd stare at the ground,
she'd stare at the sky.
She'd stare at you for hours,
and you'd never know why.

But after winning the local staring contest,
she finally gave her eyes a well-deserved rest."

"The Melancholy Death of Oyster Boy & Other Stories" by Tim Burton

Saturday, November 8

"Day & Age" - Eles estão de volta!

Eu juro. Eu ando a esforçar-me para tentar tornar o blog num espacinho menos fútil; a tentar escrever aqui coisas com mais interesse e menos focadas nos meus hobbies e gostos (que muito boa gente costuma apelidar de esquisitos, nomeadamente em relação à música). Ando mesmo, a sério. Mas é mais forte que eu.
Depois de, na semana passada, "An End Has a Start" ter sido a minha OST de sábado à noite, "Hot Fuss" dos The Killers ("Livra, que a miúda é chata, vai falar destes outra vez!" estão a pensar) ocupou esse lugar hoje. Acho que foi a primeira vez que ouvi o CD inteiro, assim de seguida. Depois de o ouvir, fiquei com curiosidade e fui ao website deles (que está ali na lista de websites de potencial interesse, à direita), ver os videoclips todos que já foram feitos por eles.
Assumidamente, sou uma completa apaixonada pelas letras que o Brandon Flowers escreve, que para mim estão quase para lá da perfeição. Não há outras que me façam reagir da mesma maneira que estas e já vi, através de vídeos do YouTube e de um concerto na MTV2, o impacto que eles têm, como banda, numa performance ao vivo (impacto esse que é enorme). Agora, fiquei também vidrada nos videoclips de
Mr. Brightside e Read My Mind (que pus aqui, porque gosto de videoclips assim: simples e bonitos, como as músicas que representam).

Ora, depois desta 'introdução', aquilo que eu realmente queria dizer: o novo CD está a chegar! Weeeee... "Day & Age" é lançado dia 24 de Novembro e eu mal posso esperar. Assim como mal posso esperar que eles venham a Portugal (já nem digo Lisboa, se quiserem ir tocar ao Porto ou assim, o pessoal não se importa :P). O baixista, Mark Stoermer (um amor de rapaz), já disse que eles gostavam muito de cá vir. Venham, venham! Desde Dream Theater e Avenged Sevenfold que eu não andava tão ansiosa por ver uma banda ao vivo. Palavra de honra, ando completamente viciada e na expectativa por ver uma data ser marcada cá. Até ver, o mais perto é Barcelona, a 21 de Março de 2009.
Se me sair o Euromilhões até lá e não houver data em Portugal, meto-me num aviãozinho e weeeee, lá vou eu... Juro. Convenço uma alminha qualquer a vir comigo e trufas!

Também pus aqui este videoclip porque nele se vê bem uma das razões pelas quais eu digo, com todas as letras que comia o Brandon Flowers à colherzinha (frase que não é minha; a original era relativa ao Quique Flores mas eu fiz uma adaptação...)

Thursday, November 6

"The Holiday"

Não sou muito de comédias românticas. Também vejo assim, de vez em quando, aqueles filmezinhos de 'domingo à tarde' mas prefiro outros géneros. Filmes que me deixem a pensar, que façam um clic cá dentro e que marquem. Aqui há quase dois anos, fui ao cinema no dia de Ano Novo com a minha melhor amiga ver "The Holiday" (tradução: "O Amor Não Tira Férias"). Fomos mais para ocupar o tempo do que propriamente para ver um filme que quiséssemos muito.Adorei o filme. Quando fiz anos, a Diana (lá está) ofereceu-me o DVD e, há dias, estive a rever o filme e gostei ainda mais. Apesar do rótulo de comédia romântica, tem aquela magiazinha que eu não consigo descrever. Não é daqueles filmes da treta, sempre todos iguais, o romancezinho sem história e todos os clichés que parece que é obrigatório pôr nos filmes deste género. Olho para as personagens da Kate Winslet e da Cameron Diaz e é como se eu fosse uma mistura das duas. Daqui a dez anos, vejo-me assim:
(e claro, com a "Mr. Brightside" dos Killers... sempre eles, que desde que ouvi esta música lá em Peredo, em Julho, não há pelo menos um dia em que o meu Zen não a passe.)

Verdade seja dita, não é preciso esperar dez anos. Já faço estas figurinhas agora (mas sem copo de vinho). Era ver-me ontem, secador de cabelo na mão, a cantar altíssimo o "Into Oblivion" dos Funeral For A Friend. Eu já tenho um parafuso a menos e, na semana passada, comprei uma doc station para o Zen... Apanho-me sozinha em casa e tudo somado, dá nisto. Enfim...

Wednesday, November 5

Aquele Querido Mês de Agosto

Há dias, num café qualquer, encontrei um daqueles pacotes de açúcar da Nicola que têm as frases todas começadas por 'Um dia...' (a que diz 'Um dia faço uma tatuagem.' anda na minha carteira há mais de um ano). Nesse pacote, vinha a seguinte:
Ora pois, isto pôs-me a relembrar quando eu fui turista na minha própria cidade. Entre 21 e 26 de Agosto, andei a mostrar os recantos de Lisboa a duas amigas minhas, vindas da Holanda. Jerónimos, Torre de Belém, Castelo, Graça, tudinho... Toda a Lisboa correu a Alexandra, páginas tantas já a misturar inglês com português (já me trocava toda e elas ficavam a olhar para mim, tipo 'Hmm?'). Houve até sítios que descobri pela primeira vez, mesmo eu que sempre vivi aqui e que, vergonhosamente, não conhecia a cidade assim muito bem. De manhãzinha, lá ia eu para os Restauradores, de mapa da cidade na mão, a programar o dia durante a viagem de autocarro.
Hoje, aproveitando um tempinho livre no meu dia de folga, entretive-me a ver as (muitas) fotografias que tirámos nesses dias e cheguei a uma conclusão. Tenho de fazer uma cena destas, no mínimo, uma vez por ano. Iniciar uma política de 'vá pra fora, cá dentro' (frase parva, mas pronto, adequa-se). Quero mais momentos Kodak destes:

(E amanhã vou trabalhar e não me apetece nada. Porra!)

Monday, November 3

Como pôr a Alexandra bem disposta logo de manhã? - Parte I

Chefe: Oh Alexandra, quem é que está de folga amanhã?
Eu: É a Ana.
Chefe: Ah, e a Alexandra vem às onze, como de costume?
Eu: (a pensar que realmente, não me dava jeito nenhum e preferia ir trabalhar das 10h às 19h) Sim.
Chefe: Olhe, então não se importava antes de vir abrir a loja, às 10h?
Eu: E saio às 19h?
Chefe: Sim, sim...

Oh pá, é para já... assim às 19h45 já estou em casa, instaladinha, para ver o meu Sporting passar aos 1/8 de final da Champions. Weeeee...
E pronto. Foi o meu momentinho feliz do dia. Durou foi poucochinho.

Sunday, November 2

"An End Has A Start"

Intercala risos com lágrimas. Momentos em que apetece dançar com momentos em que apetece estar sentada, apenas a sentir a música. Tem a bateria cheia de energia, a guitarra completamente electrizante e o baixo sempre ritmado. Tem o piano, fortíssimo, e a voz grave mas muito tranquilizadora do Tom Smith. Tem aquele acento british que eu acho simplesmente delicioso.

Tem as memórias do concerto de 2 de Abril de 2008.
Tem andado no repeat esta semana, do príncipio ao fim, sempre.
Tem "The Racing Rats" (e a sua semelhança com um 'bailarico de aldeia' :P).

E pronto. Não é preciso mais nada.
P.S. E o
Tom está tãooooo bem neste vídeo.

Se eu não fosse parva...

Se eu fosse um mês seria… Maio ou Julho
Se eu fosse um dia da semana seria… Sexta-feira
Se eu fosse um número seria… 13 ou 21
Se eu fosse uma flor seria… uma margarida
Se eu fosse uma direcção seria… norte
Se eu fosse um móvel seria… uma estante
Se eu fosse um líquido seria... água
Se eu fosse um pecado seria… inveja
Se eu fosse uma pedra seria… diamante
Se eu fosse um metal seria… prata
Se eu fosse uma árvore seria… uma sequóia
Se eu fosse uma fruta seria… uma cereja
Se eu fosse um clima seria… frio
Se eu fosse uma cidade seria... Lisboa

Se eu fosse um instrumento musical seria... um piano ou uma guitarra
Se eu fosse um elemento seria… fogo
Se eu fosse uma cor seria… verde (Óbvio!)
Se eu fosse um animal seria… um panda
Se eu fosse um som seria… o som da chuva a cair
Se eu fosse uma canção seria… All These Things That I've Done - The Killers
Se eu fosse um perfume seria... One da Calvin Klein
Se eu fosse um sentimento seria… medo
Se eu fosse um livro seria… Dearly Devoted Dexter de Jeff Lindsay

Se eu fosse uma comida seria… Lasanha
Se eu fosse um cheiro seria... lavanda
Se eu fosse uma palavra seria... montanha-russa
Se eu fosse um verbo seria… sentir
Se eu fosse um objecto seria… uma aparelhagem
Se eu fosse uma peça de roupa seria… jeans ou t-shirts
Se eu fosse uma parte do corpo seria... o pescoço
Se eu fosse uma expressão seria... "I need direction to perfection..."
Se eu fosse um desenho animado seria… a Minnie
Se eu fosse um filme seria… Elizabethtown
Se eu fosse uma forma seria… um círculo
Se eu fosse uma estação seria... Primavera
Se eu fosse uma frase seria… "Um dia nunca mais digo um dia."