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Friday, February 10

Melhor notícia do ano, até ver!

Soube hoje de manhã que os rumores confirmam-se: os Ornatos vão-se voltar a juntar para dois concertos de celebração da sua (curta) carreira. Há mais de dez anos que o Manel Cruz e os amigos não pisam um palco sob o nome de Ornatos Violeta e eu já me tinha convencido que dificilmente poderia algum dia ver um concerto destes meninos.
Felizmente, eles decidiram celebrar a banda (e irão certamente celebrar o Monstro, um dos meus álbuns preferidos de sempre e, na minha opinião, talvez o melhor álbum português!). E eu, posso não saber o que vou fazer da minha vida para lá de Julho, mas sei que no dia 25 de Outubro tenho de estar no Coliseu de Lisboa.
Ou os vejo agora ou não os vejo mais. E não vou perder a oportunidade de ouvir a Capitão Romance ao vivo!

"Parto rumo à Primavera que em meu fundo se escondeu.
Esqueço tudo do que eu sou capaz, hoje o Mar sou eu! (...)
Por querer mais do que a vida, sou a sombra do que eu sou.
E ao fim não toquei em nada do que em mim tocou. (...)
Se o meu peito diz 'Coragem!', volto a partir em paz.
Eu vi, mas não agarrei."
Ornatos Violeta - 'Capitão Romance' - O Monstro Precisa de Amigos - 1999

Monday, December 5

Como é que eu ainda não tinha falado disto?

Bruce Springsteen actua em Portugal, no Rock in Rio Lisboa, a 3 de Junho de 2012!
Finalmente, após uns bons anos desde a última visita ao nosso cantinho, The Boss is back. E eu tenho tanta, mas tanta vontade de o ver. Nem que fosse só para dançar com o ritmo da Dancing in the Dark e embalar-me com a Streets of Philadelphia. E ter a oportunidade (que provavelmente será das únicas) de ver ao vivo um dos maiores Senhores da Música (e da História do Rock).
Só me chateia os bilhetes serem tão, mas tão caros.

"I need a love reaction
come on now baby gimme just one look

You can't start a fire sitting 'round crying over a broken heart
This gun's for hire
Even if we're just dancing in the dark
You can't start a fire worrying about your little world falling apart."
Bruce Springsteen - 'Dancing in the Dark' - Born in the USA - 1984

Thursday, October 13

Alexandra's Life OST #14

Os Da Weasel foram a banda que marcou o meu primeiro concerto. Tinha treze anos e fui vê-los ao Coliseu de Lisboa, em Fevereiro de 2004. Lembro-me como se fosse hoje, de como fiquei na segunda fila, a vibrar que nem uma miúda histérica (que era o que era na altura, admito). Ainda me lembro da roupa que tinha vestida nesse dia, nessa sexta-feira. Na altura, eu não sabia o que era música a sério, só ouvia porcarias que davam em rádios manhosas. Foi no ano a seguir que comecei a acordar para a vida (neste caso, para a Música com M maiúsculo) mas o amor aos Da Weasel ficou desde aí, e para sempre.
Traz-me memórias da adolescência, ouvir estas músicas. Estas rimas da malta da Margem Sul ficaram marcadas quase na minha pele e os Da Weasel são a única banda de hip-hop do mundo que eu consigo ouvir e ouvir sem me cansar (tudo o resto, oh meu Deus, abomino!). Nunca.
Fiquei tristíssima no ano passado, com o comunicado de que tinham decidido pôr um final na carreira já que, a par com Ornatos Violeta e Silence 4, eram uma das minhas bandas portuguesas de referência.
É complicado escolher uma música entre tantas e tantas que me irão seguir sempre mas pela mensagem e pela letra, tinha de escolher esta... (a minha) "Força".


"Olho para o céu mas toda a gente foi de férias
Apetece-me gritar até rebentar as artérias.

Respiro fundo
E lembro-me da força,
Guardo dentro do meu corpo
Espero que ela ouça."
Da Weasel - "Força (Uma Página de História)" - Re-Tratamento - 2004

Friday, July 15

Hoje era o dia em que eu finalmente veria os Arcade Fire ao vivo.

Em Novembro, eram para ter vindo dar um concerto em nome próprio no Pavilhão Atlântico, para o qual comprei o bilhete com meses de antecedência. Mas afinal, foi cancelado por motivos diplomáticos.
Uns tempos depois anunciam que virão novamente actuar ao festival Super Bock Super Rock e, ao ver o que se perspectivava que fosse o resto do cartaz para o mesmo dia, eu decido que tenho de arranjar forma de assistir ao festival, nem que fosse só a esse dia. Mais tarde, o Grupinho Maravilha combina ir acampar para o Meco nos três dias de festival, para aproveitar o convívio e os concertos (e a praia!).
Depois disto tudo, marcam-me dois exames para o dia 15 de Julho, dia do dito concerto. E assim, e por outros motivos de conjuntura económica, o meu sonho de ver Arcade Fire foi adiado pela quarta vez.
O concerto é hoje, já daqui a pouco. Está previsto que por volta da 00h25, os Arcade Fire comecem a espalhar a sua magia única pela praia do Meco, com os sons novos do The Suburbs (considerado por muitos o melhor álbum de 2010) e indo buscar os marcos do Funeral e do Neon Bible. E eu posso não estar lá (e juro-vos por tudo aquilo que me é mais sagrado que caso pudesse, pagava todo o dinheiro do mundo para estar lá a rebentar com o corpinho todo esta noite) mas graças àquilo que para mim já é uma grande amizade, é possível que venha a ouvir excertos via telemóvel e rádio.
Para mim, fundamental era apenas ouvir esta Rebellion (Lies), que é A música, uma das coisas mais próximas da perfeição que já ouvi em toda a vida.
[Ainda nem acredito que não estou lá... não é possível de explicar o quanto me está a custar não estar lá hoje.]

"People say that your dreams are the only things that save you.
Come on baby, in our dreams we can live on misbehaviour."
Arcade Fire - 'Rebellion (Lies)' - Funeral - 2004

Um dia, vou ver um concerto genial de Arcade Fire. Hoje ainda não foi o dia, mas eu continuo a sonhar.

Friday, June 24

It was... A Little Piece of Heaven ♥

Ouvi-os pela primeira vez em 2005, ano em que lançaram o seu terceiro álbum, City of Evil. Na altura, ainda andava meia às escuras no que toca a música. Ouvi uma música ou duas, pensei "Meh, isto é engraçado mas..." e pronto, não liguei mais. Entretanto, comecei a atinar, a ouvir música decente e uns tempos mais tarde, lá para os inícios de 2008, puseram-me a ouvir a A Little Piece of Heaven e pronto. Foi amor à primeira vista. Ouvi até à exaustão o álbum que tinham lançado meses antes, fui mais atrás e recuperei o City of Evil, que é uma verdadeira masterpiece, definitivamente o melhor álbum da sua carreira e algo que não voltarão a repetir por mais que tentem. Depois veio a tour que passou por Portugal, no Super Bock Super Rock desse mesmo ano, a preparação do DVD com um concerto ao vivo, o final da tour, o início do novo álbum e o acontecimento incontornável que definiu tudo o que se passou a seguir na carreira deles: a morte do Jimmy 'The Rev' Sullivan, em Dezembro de 2009.
Depois de ele ter morrido, eu achei que o concerto que tinha visto no SBSR em 2008 seria o único que veria deles porque a banda tinha chegado ao fim. Mas eles continuaram, acabaram o Nightmare (e que brutalidade de álbum... não é o City of Evil parte II mas é bom-mas-bom-que-dói!) e construíram esta Welcome to the Family Tour que praticamente um ano depois de começar, chegou finalmente aqui.Quem me conhece relativamente bem sabe que a admiração que tenho por este senhor da fotografia acima é superior a tudo o mais que possa existir à face da Terra. Pondo as coisas tais como elas são, se pudesse casava-me. E grande parte daquilo que me puxa tanto para esta banda é a sua forma única de tocar guitarra (e o facto de ter apenas 29 anos e já tocar desta maneira e fazer solos do outro mundo deste os 18). Por isso, ver um concerto deles em nome próprio era assim algo que se afigurava, para mim, próximo da perfeição. Mas como disse há dois dias, nunca o seria porque o Jimmy já não estaria lá.
Ontem foi a noite. Ignorei completamente a banda de abertura porque não eram eles que me tinham levado até ao Campo Pequeno. Esperei cinco anos por um concerto assim e tudo o que posso dizer é que apesar de duas das melhores músicas do Nightmare terem ficado de fora (músicas que por acaso, eles têm tocado noutros concertos), de as melhores partes do City of Evil terem sido renegadas para sempre para o baú (o que eu pagava para ouvir a Trashed and Scattered e a Strenght of the World ao vivo...) e de eu não ter ficado mesmo, mesmo lá pertinho do Synyster Gates, este foi o segundo melhor concerto da minha vida.
Ouvir A Little Piece of Heaven ao vivo, ouvir a So Far Away (e pensar que com todo o feedback que o público deu, o Jimmy estaria a sorrir lá onde quer que esteja), a Welcome to the Family (o que eu adoro esta música) e ver aquelas quatro pessoas ali mesmo a minha frente e ver que o Synyster Gates continua tão bom como sempre (a tocar guitarra e pronto... fisicamente falando) vale bem os cinco anos de espera. Agora, por favor, não me demorem mais cinco anos a voltar.

Tuesday, June 21

Countdown: two days!

Faltam DOIS dias para aquele que só não vai ser o concerto da minha vida, porque o The Rev já não vai estar em palco.
Vou ver os Avenged Sevenfold, finalmente.... E já só faltam DOIS dias! :)

Synyster Gates, my love... Estou a caminho!

Saturday, May 28

Onde vou estar a 23 de Junho #1


O concerto pelo qual esperei mais de quatro anos. E diz-se por aí que são capazes de tocar A Little Piece of Heaven.
Esta, o segundo single do último álbum, tocarão de certeza. E eu vou ficar arrepiada, tanto ou mais do que fico quando vejo o vídeo (dedicado ao The Rev, grande baterista que morreu no final de 2009).

"And the light you left remains but it's so hard to stay
I have so much to say but you're so far away.

I love you
You were ready
The pain is strong enough to despise
But I'll see you when He lets me
Your pain is gone, your hands are tied."
Avenged Sevenfold - 'So Far Away' - Nightmare - 2010

Thursday, May 19

Um dos grandes concertos desta SAEM... Segunda à noite, Tara Perdida.


"E agora os dias passam
Tento-me esquecer do que já fiz
De andar sempre perdido

A luta interna
De ter algo que fazer poder sorrir
Só ganhar faz sentido

A vontade de curtir a vida
Aproveitar o dia a dia
Ver o mundo, sabe-lo sentir

Como é qu'isto deu tudo errado
Pois não vou pra nenhum lado
E onde estou não é sitio pra mim

Posso sempre acreditar
Que está tudo tão certo
Que nada me pode parar

Posso sempre acreditar
Que as ideias mais vagas
Terão sempre o seu lugar

Um conceito que me dê
Força de libertação
Um sentido de viver
Uma razão

Querer sempre acreditar
Que por mais que possa errar
Espero sempre encontrar solução
Quero sempre encontrar solução
E hei-de sempre encontrar solução."
Tara Perdida - 'Acreditar (Força de Libertação)' - Lambe-Botas - 2005

E desde aí que esta letra não sai da cabeça. E foi a prova de que mesmo com o Traje e aqueles sapatos de que toda a gente se queixa (e os meus depois de terem ido à água do mar na sexta-feira parece que se vão desintegrar) é possível curtir (e muito) um concerto de rock.

Monday, May 2

Foo Fighters - Wasting Light

É só assim o álbum do ano. Não há uma música que não seja brutalíssima. E fez-me querer ouvir Foo Fighters até à exaustão. (E a I Should Have Known... Só dá vontade de trazer o Dave Grohl para casa e dar-lhe mimos por ter feito uma música daquelas.)
Para ver finalmente ao vivo dia 7 de Julho no Optimus Alive! 2011.

Friday, April 15

Em contagem decrescente para 23 de Junho.

A melhor notícia das últimas semanas. Avenged Sevenfold vêm a Lisboa, dia 23 de Junho. Confirmadíssimo já pela promotora e com bilhetes à venda. Plateia de pé: 30 euros.
Há três anos, vieram cá ao festival Super Bock Super Rock e deram um concerto de cerca de 45 minutos, a abrir para Slayer e Iron Maiden. Soube-me a pouco, principalmente porque as melhores músicas ficaram de fora de um alinhamento minúsculo. Nessa altura, ainda tinham o baterista original, que veio a morrer em Dezembro de 2009 (ano em que tinham prometido regressar a Portugal para um concerto em nome próprio). Com a morte do The Rev, lá se foi a minha esperança de eles cá virem e também, confesso, não achei que fosse ser a mesma coisa com um outro qualquer no lugar dele. O Mike Portnoy (ex-Dream Theater) gravou o álbum no lugar do The Rev mas saltou fora do barco em Dezembro passado e para o substituir veio o ex-baterista de uma banda americana qualquer.
Ora, faltam ainda uns bons dois meses e eu já estou em pulgas. Não oiço outra coisa que não Avenged Sevenfold, já combinei com um amigo meu da faculdade irmos os dois para a plateia já que quem pensei que fosse ser sempre a minha companhia num concerto deles, da maneira como as coisas estão agora, não é possível que o faça.
Mal posso esperar para 23 de Junho e sinceramente, nesse dia, estou-me nas tintas para se tenho exames ou não. O Synyster Gates vale isso. O Syn vale TUDO!

"And I feel time passes by, regrets for the rest of my life,
The ones who I confide were gone in the black of the night."
Avenged Sevenfold - "Second Heartbeat" - Waking the Fallen - 2003

Sunday, February 13

Mudança de Planos

Por motivos de força maior (isto é, começaram a anunciar o cartaz de ambos), a minha ideia de descer a costa portuguesa de Lisboa a Sagres foi substituída pela vontade enorme de ver pela primeira vez os Foo Fighters, Arcade Fire (será desta?), Portishead e repetir os 30 Seconds to Mars. E aproveitar para dar uma espreitadela aos The Strokes. E como os cartazes ainda estão longe de estarem fechados, quem sabe não haverá mais novidades interessantes proximamente.
Ou seja, neste momento, as poupanças têm a finalidade de comprar os bilhetinhos para estes dois festivais de Verão. Ainda não estou bem a acreditar que tenho de ir para a Praia do Meco, depois da confusão que foi no ano passado, mas pelos Arcade Fire, faço (quase) tudo. Como dizem os meninos canadianos: "People say that your dreams, are the only thing that saves you". E por muito em baixo que eu ande, a capacidade de sonhar ainda não a perdi.

Friday, December 17

30 Seconds to Mars @ Pavilhão Atlântico

Eu tinha vontade de ir e ele também, então como prenda de Natal antecipada, o meu irmão ofereceu-me o bilhete para ir ver o concerto dos 30 Seconds to Mars no Pavilhão Atlântico. Já os oiço desde os primórdios, ainda nem tinham lançado o primeiro CD em grande escala. Foi para aí em 2004 que o single Attack me veio parar às mãos e me fez pensar "Epá, espera aí, que isto até parece interessante". Já cá tinham vindo há cerca de ano e meio mas a falta de companhia impediu-me de ir a esse concerto e ainda bem, porque ao que me pareceu na altura, ao ler as críticas, não chegou nem aos calcanhares do concerto que eles deram na quinta-feira à noite. Que o Jared Leto é um muitíssimo melhor actor do que cantor já a malta sabia mas eu tinha ideia que, ao vivo, a voz dele fosse pior. Sim, não se compara com a versão de estúdio mas tem vindo a melhorar. E o homem é um entertainer de primeira. Puxava pelo público (há quem o critique por o fazer demasiado e soar a falso mas eu, pessoalmente, achei o máximo), fazia-nos rir, saltar, cantar como se não houvesse amanhã. Não parou quieto um minuto no palco e, pasme-se, até fez uma cover acústica da Bad Romance da Lady Gaga (que fez muita gente torcer o nariz, incluindo o meu irmão). E agora em tom mais de brincadeira, também achei genial o homem trazer o cabelo pintado de verde (Ahahahah). Um grande concerto, foi o que foi. Para além da música (e que se diga que o Shannon Leto é um baterista do caraças), os 30 Seconds to Mars conseguiram mesmo fazer com que quem lá estava se divertisse imenso e isso nem todas as bandas fazem. (E a mim fizeram com que não consiga parar de cantar a Search and Destroy... "A millioooon little piiiiiiiiiiiiiiiieces").

Tuesday, November 23

Nightmare - Parte II

Está um frio que não se aguenta. Hoje choveu a potes. Tenho sete cadeiras este semestre e só gosto de duas, ou seja a minha motivação para estar na faculdade é perto de zero. Vou ter três exames em Janeiro no espaço de quatro dias, o que faz com que não faça a mínima ideia como é que vou despachá-los. A última semana do semestre vai ser um terror, com três testes práticos, duas apresentações orais e um relatório sobre uma coisa altamente interessante (not!). E isso interessante é o quê, perguntam vocês... Pólens. Isso mesmo. Pólens. Uí, que alegria tão grande, que coisa tão interessante! E claro que com a camada de nervos que me dá só de sequer pensar nisto tudo, só me apetece fazer algo que não posso, porque não é ao fim de um mês e meio de liberdade disto que me vai dar (mais) uma fraqueza.
E já que, graças à Cimeira da NATO e à vinda do querido do Obama-orelhinhas-de-Dumbo, não houve concerto dos Arcade Fire para ninguém (já eu me andava a babar para cima do bilhete há três meses), estava a pensar arrastar aqui o corpinho Danone até ao Pavilhão Atlântico para ver os 30 Seconds to Mars a 16 de Dezembro, mas como calha nessa semana infernal, não sei não. É coisa para decidir nos dias mais próximos (assim que eu me decidir a começar a adiantar os trabalhos todos que tenho acumulados).

"Fight, not to fail, not to fall, or you'll end up like the others."

Agressivo, agressivo, agressivo. Abana a cabeça, abana o tronco, dá pontapés no ar. Exterioriza, Alexandra, exterioriza. F***-**, como eu odeio o Inverno!

Sunday, October 31

Alma Mater

Chegaram num carro funerário, deixando toda a multidão que os esperava à porta do São Jorge completamente espantada. Num carro funerário?? Brutalíssimo, não pensava nada que alguém se lembrasse de uma coisa destas. Os nossos lugares podiam ter sido melhores, mas a noite foi ainda assim memorável.
Nunca tinha visto Moonspell ao vivo e talvez ter uma primeira experiência acústica possa não ser a melhor forma de compreender a essência e a energia da banda mas é sem dúvida a melhor forma de avaliar a sua capacidade técnica e o seu talento. O Fernando Ribeiro tem uma voz grave e com um poder calmante extraordinário. O guitarrista faz coisas com uma guitarra acústica que não é aí qualquer um que consegue fazer. O Mike até assim mais sossegadinho consegue ser electrizante.
Foi uma óptima noite e ontem apaixonei-me definitivamente pelos Moonspell. Com gritos e tudo. :)

Sobre o concerto dos Arcade Fire

A verdade é que o mesmo foi anunciado no dia 9 de Julho. Eu comprei o bilhete sensivelmente um mês depois, no início de Agosto. E o que mais irritação me causa no meio desta polémica toda é como é que, se já estava marcada a tal Cimeira da NATO, deixam marcam um concerto para a véspera do início da dita Cimeira, sendo óbvio que nessa altura toda a zona do Pavilhão estaria encerrada por razões de segurança.
Eu acho completamente revelador da forma desrespeitosa como se actua neste país, o facto de termos a Everything is New de um lado e o Ministério dos Negócios Estrangeiros do outro a discutir se se realiza o tal concerto ou não. Por um lado, a promotora, uma entidade insignificante quando em comparação com um Ministério, a teimar que sim, que um concerto que irá mobilizar milhares de pessoas tem condições de se realizar, mesmo tendo a PSP já fechado toda a área circundante do local onde se vai realizar a Cimeira.
A verdade é que faltam menos de 20 dias para o concerto e eu, que já empenhei os 34€ no bilhete há quase três meses, tenho um pedacinho de papel em casa que não sei se me serve para alguma coisa. E a vontade de ver os Arcade Fire é imensa e se não acontecer no dia 18, provavelmente só para o próximo ano.
E mudarem a localização do concerto? Ou fazerem as coisas como deve de ser e não em cima do joelho e a tentar 'desenrascar'? E decidirem-se rapidamente, para eu e todos os restantes sabermos se vamos ou não ouvir a Rebellion (Lies) no dia 18? É incrível todo o rídiculo desta situação... Enfim.

Wednesday, October 27

Sábado espero ouvir esta



Exactamente assim, em acústico, no Cinema São Jorge. Gosto tanto da voz do Fernando Ribeiro, assim grave e calma (não quando grita). No sábado à noite, espero que eles me roubem a mente por um bocadinho (trocadilho parvo!) e congelem o tempo... :)
Sábado à noite, os Moonspell apresentam Sombra, o seu concerto acústico, no Cinema São Jorge. I'll be there! :)

Saturday, August 14

Não sei se já disse mas...

Dia 18 de Novembro, vou ao concerto dos Arcade Fire! Weeeee... :)

Sunday, July 18

You Don't Know Love


Já os vi há mais de dois anos, nos últimos dois concertos em Portugal não pude ir e esta noite, mais ou menos a esta hora, estão a tocar em Vila Nova de Gaia. Esta é a melhor música do último álbum. E eu dava tudo para estar lá.

"You ran with the dead today,
Through the cemeteries where ghosts still play,
The more you ran, love got further away.
"
Editors - 'You Don't Know Love' - In This Light and On This Evening - 2009

Sunday, July 11

Epá, oh Eddie Vedder...

Tu queres me matar do coração? Então eu deixo esgotar os bilhetes para o último dia do Optimus Alive!, fico com esperança de ouvir uma ou duas músicas via telemóvel e ver o resto na SIC Radical e vocês depois não deixam transmitir, dá-me logo os nervos e vou-me enfiar na cama a ver se durmo e não penso no concertozão que estava a perder e tu ainda me dizes uma coisa destas? Ah e tal, português é muito difícil e merdas, este é o nosso último concerto. Não para sempre mas por muito tempo.
Oh Eddie, tu ESTÁS PARVO, HOMEM?? Eu nunca vi nenhum concerto vosso, nunca consegui ouvir a Betterman ao vivo (e ainda por cima vocês tocam a Wasted Reprise antes dela e tudo!) e agora, blábláblá whiskas saquetas, não sabem quando é que voltam a dar concertos? Estão tontinhos? Em quatro anos só dão cá dois concertos em festivais e agora isto? Não se dão desgostos destes às pessoas, muito menos a uma pessoa que te tem um amor destes!
Só te perdoo esta, Eddie, se daqui a uns tempos ler uma notícia que diga que vais voltar a promover o teu álbum a solo que fez de banda sonora do Into the Wild e que passas cá em Portugal, na Aula Magna, já que a primeira digressão só contemplou os Estados Unidos. Ouviste?

Friday, July 9

Ontem, no Optimus Alive! foi assim:


E eu sossegadinha em casa, a ler.
Estás a ficar velha, Alexandra, e a perder estas pedaladas. O que vale é que eles disseram que voltariam brevemente. Espero bem, que assim pego no meu irmão e vamos os dois para lá, saltar e coisa e tal. E eu posso cantar esta letra B-R-U-T-A-L em altos berros, para fazer concorrência ao William Duvall (e o homem é mesmo igual ao Layne, credo!).

"I'm the man in the box
Buried in my shit
Won't you come and save me?
Save me

Feed me my eyes (can you sew them shut?)
Jesus Christ (deny your maker)
They who try (will be wasted)
Fear in my eyes (now you've sewn them shut)

I'm the dog who gets beat
Shove my nose in shit
Won't you come and save me?
Save me

Feed my eyes (can you sew them shut?)
Jesus Christ (deny your maker)
they who try (will be wasted)
Fear in my eyes (now you've sewn them shut)"
Alice in Chains - 'Man in the Box' - Facelift - 1991
(a melhor música de Alice in Chains de sempre... e das melhores músicas grunge que conheço!)